Aprobio coloca biodiesel brasileiro na agenda internacional em 2026

A Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio) iniciará, em 2026, uma agenda internacional estratégica voltada à abertura de mercados e ao fortalecimento da imagem do biodiesel brasileiro no exterior. O presidente da entidade, Jerônimo Goergen, participa da Clean Fuels Conference, que acontece até esta quinta-feira (22), no Orlando World Center Marriott, nos Estados Unidos, reunindo produtores, fornecedores de matéria-prima, fabricantes de motores e equipamentos, comerciantes de combustíveis, formuladores de políticas e usuários finais de todo o mundo.

A participação busca posicionar o Brasil como referência mundial na transição energética. Segundo Goergen, a decisão reflete a maturidade do setor brasileiro de biocombustíveis e o potencial do país em atender diferentes mercados.

“Definimos a atuação internacional como uma prioridade estratégica em 2026. O Brasil possui um produto competitivo, capaz de atender tanto o mercado interno quanto o externo, e o biodiesel já é uma marca do país no universo dos combustíveis renováveis. Ao longo do ano, vamos desenvolver uma série de ações focadas na abertura de mercados e no posicionamento do biodiesel brasileiro no cenário global”, afirmou.

Brasil como referência em combustíveis renováveis

Para a Aprobio, o evento é uma plataforma estratégica para apresentar o modelo brasileiro de produção de biodiesel, baseado em sustentabilidade, rastreabilidade, inovação e integração com o agronegócio. Com uma das maiores capacidades de produção de biodiesel do mundo, o Brasil se consolidou como um player relevante na transição energética global.

O país alia escala industrial, diversidade de matérias-primas e um marco regulatório consolidado, fatores que tornam o biodiesel brasileiro altamente competitivo no cenário internacional. “O mundo está em busca de soluções energéticas limpas, seguras e economicamente viáveis. O biodiesel brasileiro reúne todos esses atributos. Queremos mostrar que o Brasil não é apenas um grande produtor, mas também um parceiro estratégico para países que desejam avançar na descarbonização de suas matrizes energéticas”, destacou Jerônimo.

Autor/Veículo: Correio do Povo

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