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Após sete anos da reforma trabalhista, maioria dos autônomos prefere emprego formal

Sete em cada dez trabalhadores autônomos brasileiros desejam um emprego com carteira assinada, sete anos após a reforma trabalhista que prometia criar seis milhões de empregos, mas incentivou a informalidade. É o que revela uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (FGV-Ibre). Aprovada em julho de 2017, a reforma alterou mais de cem pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), incluindo a prevalência de acordos entre patrões e empregados sobre a legislação, a flexibilização de direitos como o parcelamento de férias e o enfraquecimento dos sindicatos ao eliminar a contribuição obrigatória, medida posteriormente revisada pelo STF. O objetivo da reforma era conter o desemprego, que vinha crescendo desde a crise político-econômica de 2015. À época, o então ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, prometia a criação de seis milhões de empregos em dez anos, sendo dois milhões nos primeiros dois anos, segundo o então ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira. Entretanto, o desemprego continuou elevado. A taxa de desocupação, que era de 6,6% em 2014, atingiu 12,9% em julho de 2017 e permaneceu alta até o pico de 14,9% em março de 2021, agravada pela pandemia. “O que fizemos foi flexibilizar o contrato de trabalho, porque na minha cabeça estava o seguinte: é melhor você arrumar trabalho flexível do que não ter emprego”, afirmou Michel Temer em 2020. A realidade dos autônomos Sete anos após a reforma, 67,7% dos trabalhadores autônomos desejam a formalização. O Brasil possui 25,4 milhões de autônomos, enquanto a população ocupada total era de 100,2 milhões em março de 2024. A pesquisa da FGV-Ibre, que entrevistou 5.321 pessoas, tem margem de erro de dois pontos percentuais. O desejo por um emprego com carteira assinada é ainda maior entre os trabalhadores mais pobres: 75,6% dos informais que recebem até um salário mínimo preferem a CLT. Para aqueles que ganham entre um e três salários mínimos, o percentual é de 70,8%. Além disso, 44% dos autônomos recebem até um salário mínimo. A maioria dos informais é composta por homens e negros: 66% são homens, 54,5% se declaram pretos ou pardos, e 38% têm entre 45 e 65 anos. A insegurança financeira é uma constante para esses trabalhadores: apenas 45% conseguem prever sua renda para os próximos seis meses, contra 67,5% dos empregados com carteira assinada. A variação salarial também é significativa, com 19,8% dos autônomos experimentando oscilações superiores a 20% de um mês para o outro. “A reforma contribuiu para o aumento do trabalho flexível, mas poucos ganham bem e, por isso, preferem a CLT”, comenta Rodolpho Tobler, pesquisador da FGV-Ibre. A insatisfação com a reforma é evidente entre os informais com menor renda, que veem a carteira assinada como uma opção menos pior. Vagas precárias e informalidade crescente Desde a reforma, o número de autônomos cresceu 17%, passando de 21,7 milhões para 25,4 milhões. Segundo Tobler, muitos migraram para a informalidade por necessidade, não por escolha. Para o professor da Unicamp José Dari Krein, a reforma desequilibrou as forças do mercado ao enfraquecer os sindicatos, limitando o acesso à Justiça e permitindo negociações diretas entre empregadores e empregados. A precarização das vagas formais também empurrou mais trabalhadores para a informalidade. Além disso, a produtividade caiu, uma vez que muitos não atuam na área para a qual se prepararam. Em 2017, o Congresso também aprovou a lei das terceirizações, permitindo que empresas terceirizassem suas atividades principais. Apesar de potencialmente formalizar mais trabalhadores, a terceirização resultou em salários menores e piores condições de trabalho. Desemprego em queda, mas sem relação com a reforma A taxa de desocupação só começou a cair após a pandemia, atingindo 6,9% em junho de 2024, o menor índice desde 2012. Contudo, para Krein, a queda não está ligada à reforma trabalhista, mas à retomada econômica pós-pandemia e ao aumento do salário mínimo, que impulsionaram o consumo e geraram empregos. “Nosso maior problema é mensurar a reforma trabalhista. Houve turbulências políticas, recessão, mas a reforma facilitou a geração de empregos, desburocratizou”, argumenta Tobler. Com informações da Folha de S. Paulo.

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ANP fiscaliza postos de combustíveis em 15 estados e realiza interdições por irregularidades

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou os resultados das ações de fiscalização realizadas entre os dias 12 e 22 de agosto em 15 estados brasileiros. A operação abrangeu todas as regiões do país e teve como foco a verificação da qualidade dos combustíveis, o fornecimento de volumes corretos nas bombas, a adequação dos equipamentos e a regularidade das documentações das empresas fiscalizadas. Dentre as ações, destacou-se uma força-tarefa realizada na Bahia, em conjunto com órgãos de defesa do consumidor, visando combater a comercialização de lubrificantes por agentes não regulados pela ANP. A operação foi resultado de um curso de fiscalização promovido pela Agência no início de 2024. Durante as inspeções no estado, diversas irregularidades foram identificadas, como o envase de lubrificantes em embalagens não autorizadas e a coleta de óleo lubrificante usado ou contaminado por caminhões não cadastrados. Além disso, foram coletados 34 litros de lubrificantes sem registro para análise pelo Centro de Pesquisas e Análises Tecnológicas (CPT) da ANP. Em Minas Gerais, a fiscalização atingiu 30 postos de combustíveis e outras distribuidoras. Em Contagem, um posto foi interditado por comercializar etanol fora das especificações, enquanto outros estabelecimentos em Martinho Campos foram autuados por irregularidades como a venda de combustível em recipientes não certificados pelo Inmetro. No Rio de Janeiro, a operação resultou na interdição de postos na capital e em Niterói, onde foram identificadas vendas de gasolina fora das especificações com relação ao teor de etanol. Em São Paulo, foram fiscalizados 31 postos, com autuações e interdições por diversas irregularidades, como a venda de combustíveis em volume inferior ao registrado na bomba e a comercialização de gasolina comum fora das especificações. No Paraná, Santa Catarina, Distrito Federal e Goiás, as operações também ocorreram de forma abrangente, com destaque para a colaboração com órgãos como Procons e Polícia Civil em alguns estados. Em outras regiões do país, como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, foram detectadas falhas no cumprimento de normas técnicas e comercialização de produtos fora dos padrões regulados pela ANP, resultando em interdições e apreensões. No Amazonas, Roraima e Amapá, a fiscalização concentrou-se na verificação das condições de comercialização em postos de combustíveis, com algumas autuações e apreensões de produtos irregulares. As ações da ANP são baseadas em informações estratégicas, como denúncias de consumidores e dados do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC). A Agência destaca que parte dos dados de fiscalização ainda não está disponível devido à operação padrão dos servidores. As multas aplicadas podem variar de R$ 5 mil a R$ 5 milhões, com os autuados tendo direito a ampla defesa no processo administrativo. Com informações da Assessoria de Imprensa da ANP.

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Relatório ABICOM: Paridade de Preços de Importação e Preços Domésticos – 27/08/2024

O relatório divulgado nesta terça-feira (27) pela Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (ABICOM) aponta a discrepância entre os preços domésticos dos combustíveis e o Preço de Paridade de Importação (PPI). O cálculo do PPI, que considera as cotações internacionais de gasolina e óleo diesel, variação cambial, RVO (Renewable Volume Obligation) e custos de frete marítimo, foi baseado nos fechamentos de mercado do dia 26/08/2024. Cenário Atual O relatório destaca uma estabilidade no câmbio e nos preços de referência para a gasolina, enquanto o óleo diesel registrou alta no mercado internacional. Esse cenário resulta em uma defasagem de -6% no preço do óleo diesel em relação à paridade e uma situação próxima à paridade para a gasolina, com uma diferença de 1%. Câmbio e Petróleo O câmbio se manteve pressionado, com a taxa Ptax fechando em R$5,49/US$, o que impacta diretamente os preços domésticos dos produtos importados. No mercado de petróleo, a oferta limitada continua elevando os preços futuros do Brent, que superam os US$81/barril. Óleo Diesel S10 Este é o 245º dia de vigência da redução linear média de R$ 0,30/L nos preços praticados pela Petrobras desde 27/12/2023. Na última quarta-feira, a Acelen, que opera no Polo Aratu-BA, reduziu o preço do óleo diesel A em R$ 0,0973/L. Apesar disso, o mercado internacional e o câmbio seguem pressionando os preços internos, resultando em uma redução acumulada de apenas R$ 0,02/L no PPI desde o último reajuste da Petrobras. A arbitragem nos seis principais polos analisados pela ABICOM revela que a diferença média negativa para o óleo diesel A é de R$ 0,19/L, com variações entre -R$ 0,27/L e -R$ 0,10/L, dependendo do polo de operação. Com isso, os preços médios desse combustível seguem abaixo da paridade em todos os polos analisados. Gasolina A Este é o 50º dia de vigência do aumento linear médio de R$ 0,20/L nos preços da Petrobras, implementado em 09/07/2024. Na última quarta-feira, a Acelen também reduziu o preço da gasolina A em R$ 0,1631/L no Polo Aratu-BA. Mesmo com a pressão do mercado internacional e do câmbio, o PPI acumula uma redução de R$ 0,42/L desde o último reajuste da Petrobras. A arbitragem nos polos analisados é favorável para a gasolina A, com uma diferença média positiva de R$ 0,03/L, variando entre -R$ 0,05/L e R$ 0,11/L, conforme o local. Nos últimos nove dias, a janela de arbitragem para a gasolina A permanece aberta na média, o que significa que os preços praticados superam ou estão abaixo da paridade, dependendo do polo. Conclusão O relatório evidencia a complexidade do cenário de preços dos combustíveis no Brasil, com o óleo diesel operando consistentemente abaixo da paridade e a gasolina flutuando entre condições favoráveis e desfavoráveis, dependendo da região. As pressões externas, como câmbio elevado e mercado internacional aquecido, continuam influenciando diretamente os preços no mercado doméstico.

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Dado Schneider Encerra XIX Encontro com Palestra Divertida e Reflexões Sobre Adaptação, Gatilhos Mentais e Marketing para Novas Gerações

Encerrando o XIX Encontro de Revendedores de Combustíveis e Lojas de Conveniência do Norte do Brasil, Dado Schneider apresentou a palestra “O Mundo Muda, a Palestra Muda” nos dias 8 e 9 de agosto de 2024. Conhecido por sua experiência em comunicação e marketing, Schneider trouxe uma reflexão sobre as constantes transformações no mercado e como as empresas precisam se adaptar para se manterem competitivas. Criador da marca Claro e professor na ESPM Sul e HSM Educação, Dado abordou como a evolução tecnológica e as mudanças no comportamento dos consumidores exigem que as empresas estejam sempre prontas para se reinventar. Ele destacou que, para se manter relevante, é fundamental adotar práticas flexíveis e inovadoras. A palestra foi conduzida de forma divertida, utilizando gatilhos mentais que auxiliam na fixação de conteúdo e na criação de uma imagem forte para produtos e empresas. Schneider explorou as diferenças entre as gerações, com foco na Geração Z, explicando como as estratégias de marca e marketing evoluíram ao longo dos anos. Ele destacou as mudanças nas formas de comunicação e a necessidade de as empresas compreenderem essas diferenças para estabelecer conexões mais eficazes com o público. Dado encerrou o evento com a mensagem de que, em um mundo em constante mudança, o sucesso está ligado à capacidade de antecipar tendências e ajustar rapidamente as estratégias empresariais. 4o

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Com Palestras Direcionadas para Gestão e Liderança, Diogo Locatelli Participa do XIX Ercom

Com palestras direcionadas para gestão e liderança, Diogo Locatelli, especialista em Gestão Comercial e Coachmaster em Vendas, participou do XIX Encontro de Revendedores de Combustíveis e Lojas de Conveniência do Norte do Brasil, realizado nos dias 8 e 9 de agosto de 2024. Locatelli conduziu duas apresentações focadas na importância do papel de cada profissional e nas estratégias para uma liderança eficaz no ambiente de postos de combustíveis. Na programação paralela do evento, Locatelli apresentou a palestra “Frentista 4.0” na manhã do dia 09 de agosto, das 09:30h às 12:00h. Durante essa sessão, ele realizou uma dinâmica interativa, mostrando como todos os serviços nos postos de combustíveis são fundamentais para o bom funcionamento do negócio. Ele ressaltou a importância de cada função dentro da equipe e como o trabalho colaborativo é essencial para garantir a satisfação do cliente e a eficiência operacional. A palestra teve como objetivo incentivar os profissionais a valorizarem suas atividades diárias e a entenderem o impacto de seu trabalho no sucesso do posto. À tarde, às 16:30h, Locatelli ministrou a palestra “Liderança em Postos de Serviços com Foco em Vendas,” onde abordou como liderar equipes em um ambiente competitivo. Ele apresentou diferentes tipos de comportamentos ocupacionais, oferecendo estratégias para que os líderes possam identificar e lidar com cada perfil dentro da equipe. Locatelli enfatizou a necessidade de líderes que “vestem a camisa” junto com suas equipes, promovendo um ambiente de trabalho coeso e voltado para resultados. “Um líder eficaz é aquele que compreende as particularidades de cada membro da equipe e sabe como extrair o melhor de cada um,” destacou. As palestras de Diogo Locatelli no XIX Encontro de Revendedores de Combustíveis e Lojas de Conveniência do Norte do Brasil trouxeram ferramentas para otimizar a gestão de equipes e fortalecer a liderança no setor. Ao focar tanto no papel de cada funcionário quanto nas melhores práticas de liderança, Locatelli forneceu orientações que visam aprimorar a operação e a competitividade dos postos de combustíveis.

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Carlos Bispo Destaca a Importância da Gestão Financeira no XIX Ercom

Durante o XIX Encontro de Revendedores de Combustíveis e Lojas de Conveniência do Norte do Brasil, realizado nos dias 8 e 9 de agosto de 2024, o especialista em gestão financeira Carlos Bispo apresentou uma palestra sobre a relevância da administração financeira eficiente para a sustentabilidade e o crescimento das empresas do setor. Carlos Bispo, formado em Ciências Contábeis e com MBA em Gestão Financeira, compartilhou estratégias práticas e exemplos para demonstrar o impacto de uma boa gestão financeira. A palestra atraiu empresários do setor de combustíveis, interessados em entender como práticas financeiras bem aplicadas podem transformar a lucratividade e o desempenho dos negócios. Bispo destacou o planejamento financeiro como elemento central para a sobrevivência em um mercado competitivo. “Sem um planejamento detalhado e uma visão clara dos objetivos financeiros, os negócios ficam vulneráveis a oscilações do mercado e a dificuldades operacionais,” afirmou. Ele abordou técnicas para a redução de custos operacionais e métodos para melhorar as margens de lucro, ressaltando a importância de uma gestão eficiente do fluxo de caixa para a estabilidade financeira. Durante a apresentação, Carlos exemplificou o sucesso de empresas que implementaram práticas financeiras sólidas, mostrando como decisões informadas e uma administração rigorosa podem levar à expansão dos negócios. “O sucesso vem com disciplina e foco nos números. Entender onde e como alocar recursos de forma estratégica pode fazer toda a diferença,” explicou Bispo. Além disso, Bispo discutiu a importância dos investimentos inteligentes, oferecendo orientações sobre como identificar oportunidades que ofereçam retornos significativos, sem comprometer o fluxo de caixa ou a operação cotidiana. “Investir é necessário, mas deve ser feito com base em uma análise cuidadosa e com uma visão de longo prazo,” reforçou.

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Caio Coppolla discute os desafios do Brasil em 2024 no XIX Ercom

No dia 8 de agosto de 2024, o renomado comentarista político e especialista em comunicação digital, Caio Coppolla, apresentou a palestra “Os Desafios do Brasil em 2024” durante o XIX Encontro de Revendedores de Derivados de Petróleo e Lojas de Conveniência do Norte do Brasil, realizado no Hotel Golden Plaza, em Porto Velho. O evento reuniu líderes do setor, empresários e autoridades para debater as principais questões que impactam o mercado e a sociedade brasileira. Durante sua palestra, Coppolla abordou uma série de desafios que o Brasil enfrenta em 2024, oferecendo uma análise crítica e soluções práticas para alguns dos problemas mais urgentes do país. Ele iniciou sua apresentação destacando a importância de enfrentar a crescente polarização política, que tem dificultado a implementação de políticas públicas eficazes e alimentado a instabilidade governamental. No campo econômico, Coppolla falou sobre os desafios relacionados à inflação persistente e ao crescimento econômico estagnado. Ele enfatizou a importância das reformas estruturais, como a reforma tributária e administrativa, para aumentar a eficiência do setor público e atrair investimentos. “O Brasil precisa urgentemente de um ambiente de negócios mais competitivo e menos burocrático, onde empreendedores possam prosperar e gerar empregos,” afirmou o comentarista. Coppolla argumentou que o Brasil precisa de uma gestão mais eficiente dos recursos públicos nesses setores para melhorar a qualidade e o acesso a esses serviços essenciais. Ele defendeu a meritocracia e a inovação como pilares para a transformação do sistema educacional e de saúde no país. Ele ainda abordou a questão da tecnologia e da inovação, destacando a necessidade do Brasil se adaptar às mudanças tecnológicas globais para se manter competitivo no cenário internacional. “Precisamos preparar nossos jovens para um mercado de trabalho em constante evolução, onde a tecnologia desempenha um papel cada vez mais central,” disse ele. O presidente do Sindipetro, Arildo Persegono, enfatizou a relevância do ambiente de debate com empresários do segmento de combustíveis da Região Norte. “Ter o Caio Coppolla como palestrante neste encontro foi fundamental para trazer uma perspectiva clara e objetiva sobre os desafios que o Brasil enfrenta atualmente. Suas análises ajudam a compreender o caminho para que possamos tomar decisões mais decisivas no nosso setor,” afirmou Arildo. Eduardo Valente, secretário executivo enfativa a recepção calorosa do público à palestra de Coppolla. “A resposta das pessoas foi extremamente positiva. A palestra do Caio trouxe reflexões e práticas que ressoaram com todos os presentes. Ele conseguiu capturar a atenção do público do início ao fim, o que só reforça o quanto sua participação foi valiosa para o sucesso do nosso encontro,” destacou Valente. O XIX Encontro de Revendedores de Derivados de Petróleo e Lojas de Conveniência do Norte do Brasil, realizado nos dias 8 e 9 de agosto de 2024, foi um evento essencial para o setor, reunindo mais de 500 participantes de todo o país. Com uma programação diversificada, que incluiu palestras, painéis de debate e exposições, o encontro ofereceu um espaço valioso para o intercâmbio de ideias e a construção de novas parcerias. O evento se consolidou como um dos mais importantes do setor na região, proporcionando aos participantes uma visão abrangente dos desafios e oportunidades que se desenham para o futuro do Brasil.

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Carlo Faccio alerta sobre a ameaça do crime organizado no setor de combustíveis durante o XIX Ercom

Durante o XIX Encontro de Revendedores de Derivados de Petróleo e Lojas de Conveniência do Norte do Brasil, realizado nos dias 8 e 9 de agosto de 2024, Carlo Faccio, diretor do Instituto Combustível Legal (ICL), apresentou uma palestra que trouxe à tona a crescente ameaça do crime organizado no setor de combustíveis no Brasil. Faccio destacou que o combate ao avanço de facções criminosas e milícias nesse mercado é a principal prioridade do ICL atualmente. Faccio revelou estimativas alarmantes: cerca de R$ 30 bilhões são desviados anualmente do setor de combustíveis devido à sonegação de impostos e fraudes operacionais, como a adulteração nas bombas de combustíveis. Parte significativa desse prejuízo está ligada à atuação de facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC), que, segundo Faccio, já controla aproximadamente 1.100 postos de gasolina no Brasil e tem expandido suas operações para a compra de usinas de etanol. “A infiltração do crime organizado no setor de combustíveis não é apenas uma questão de concorrência desleal; é uma ameaça à segurança pública e à economia do país. Esses grupos utilizam métodos sofisticados para driblar a fiscalização, como a criação de empresas laranjas e a troca constante de CNPJs para evitar penalidades,” alertou Faccio. Faccio também destacou a importância crucial da aprovação do Projeto de Lei do Devedor Contumaz. Esse PL visa caracterizar e combater aqueles que entram no setor com o objetivo claro de sonegar impostos e competir de forma desleal, muitas vezes com o apoio do crime organizado. “O devedor contumaz não é simplesmente alguém que tem dívidas e quer acertá-las. É alguém que se utiliza de brechas legais, liminares judiciais, e outras estratégias para não pagar seus débitos e, quando está prestes a ser responsabilizado, muda o CNPJ, continuando suas atividades ilícitas,” explicou Faccio. Além de São Paulo e Rio de Janeiro, Faccio apontou que a presença do crime organizado no setor de combustíveis se expandiu para outras regiões do Brasil, incluindo o Nordeste, Centro-Oeste e Sul. “Não há um estado hoje que esteja livre dessa presença. Conforme a fiscalização foi se intensificando em São Paulo, esses grupos começaram a se espalhar pelo país, buscando novas áreas para operar,” afirmou. Eduardo Valente, secretário executivo do Sindipetro, sublinhou a importância de trazer à tona questões tão importantes para o setor. “O que Carlo Faccio expôs foi um necessário sinal de alerta. A infiltração do crime organizado no setor de combustíveis é um problema que exige nossa atenção imediata e ações decisivas.” Arildo Persegono, presidente do Sindipetro, também ressaltou a importância desse debate para o setor. “Trazer à tona a discussão sobre o crime organizado no mercado de combustíveis é essencial não apenas para orientar os empresários do setor, mas também para garantir a segurança de todos. Este tipo de debate ajuda a criar uma consciência coletiva sobre os riscos envolvidos e as medidas necessárias para proteger nossos negócios e nossos clientes,” afirmou Persegono.

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XIX Ercom é aberto com participação de autoridades e lideranças do setor

O XIX Encontro de Revendedores de Derivados de Petróleo e Lojas de Conveniência do Norte do Brasil teve sua abertura oficial com a presença de autoridades e lideranças do setor. Entre os presentes estavam Arildo Persegono, presidente do Sindipetro, o senador Jaime Bagattoli, a deputada federal Silvia Cristina, o deputado estadual Alex Redano, o vice-governador Sérgio Gonçalves, e James Thorp Neto, presidente da Fecombustíveis. O evento, realizado no Hotel Golden Plaza, reuniu empresários e representantes do setor de combustíveis para discutir os desafios e oportunidades do mercado. Na fala de abertura, Arildo Persegono destacou a luta da categoria e os sacrifícios feitos para manter a representatividade do setor. “É um momento importante para todos nós. Mantemos nossa força e união em meio a tantos desafios, sempre com o objetivo de fortalecer nossa categoria e garantir que nossa voz seja ouvida,” afirmou Arildo. Ele também ressaltou como o setor tem crescido e expandido, tanto em Rondônia quanto no restante do Brasil. “O setor de combustíveis tem se mostrado resiliente e em constante expansão, não só no nosso estado, mas em todo o país. Esse crescimento é essencial para impulsionar a economia e garantir que possamos continuar sendo uma força significativa no desenvolvimento econômico.” Eduardo Valente, secretário executivo do Sindipetro, destacou a importância do encontro para o estado de Rondônia, enfatizando as questões econômicas. “Este evento é crucial para Rondônia, pois fortalece nossa posição no cenário nacional do setor de combustíveis. As discussões aqui realizadas têm um impacto direto na economia do estado, gerando oportunidades de negócios, empregos e fomentando o desenvolvimento local. É um ponto de encontro para tomadores de decisão e empresários que estão comprometidos com o crescimento sustentável de nossa região,” afirmou Valente. O senador Jaime Bagattoli destacou a relevância do evento para a economia do país e o papel que o setor de combustíveis desempenha. “Este encontro mostra como o setor é vital para o crescimento econômico do Brasil. Eventos como este nos permitem debater, alinhar estratégias e fortalecer a nossa economia,” afirmou Bagattoli, que também é empresário do ramo. Sérgio Gonçalves, vice-governador, falou sobre o crescimento da categoria no estado de Rondônia e os investimentos que o governo estadual tem realizado para apoiar o setor. “Temos trabalhado para promover um ambiente de negócios favorável, com investimentos que fortalecem o setor e impulsionam o desenvolvimento econômico de Rondônia,” disse vice-governador. James Thorp Neto, presidente da Fecombustíveis, destacou a importância desse debate para o setor. “A realização de encontros como este é fundamental para orientar e garantir a segurança de todo o mercado. Aqui, discutimos as questões mais urgentes que afetam nossa categoria, trocamos experiências e unimos forças para enfrentar os desafios,” afirmou Thorp Neto. A deputada federal Silvia Cristina também falou sobre a defesa dos setores de destaque no estado e no país, incluindo o setor de combustíveis. “Defender esta categoria é defender o crescimento e a prosperidade de nosso estado e de nosso país. O setor de combustíveis tem um papel estratégico, e é nosso dever garantir que ele seja protegido e incentivado,” destacou Silvia Cristina. O deputado estadual Alex Redano reafirmou o compromisso da Assembleia Legislativa de Rondônia com o setor, destacando a parceria entre o legislativo e a categoria. “Estamos alinhados com as demandas do setor de combustíveis e comprometidos em ajudar no desenvolvimento econômico. A Assembleia é parceira e estará sempre de portas abertas para apoiar projetos que beneficiem a categoria,” disse Redano. Enquanto as autoridades discursavam na abertura do evento, os stands funcionavam a todo vapor, com diversas exposições de revendedores e representantes do setor, tanto local quanto nacional. O público presente conferiu as últimas novidades e inovações do mercado, fortalecendo a troca de experiências entre os participantes. Após a cerimônia de abertura, o evento seguiu com a palestra de Carlo Faccio, diretor do Instituto Combustível Legal (ICL), que discutiu os desafios do mercado irregular de combustíveis. Em seguida, o comentarista político Caio Coppolla apresentou sua palestra sobre “Os Desafios do Brasil em 2024,” encerrando o primeiro dia de debates. O XIX Encontro de Revendedores de Derivados de Petróleo e Lojas de Conveniência do Norte do Brasil segue como um espaço para o diálogo e o fortalecimento do setor, reforçando sua importância no desenvolvimento econômico da região e do país.

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Empresários encaminham pautas positivas para o setor produtivo em reunião na Sefin

Representantes da Fecomércio-RO, Fiero, CDL/PVH, Sindipetro, Facer, Abrasel, Sindielétrico, Faperon e ACEP, tiveram boas notícias na manhã desta quinta 01.08, relativo a duas pautas tributárias do setor produtivo durante reunião na Secretaria de Estado de Finanças (Sefin). Foi pacificado o entendimento da cobrança do aumento da alíquota Modal de ICMS de bares e restaurantes, de acordo com a data publicada do Decreto 22.721. A segunda é sobre a cobrança Difal (Diferença de Alíquota de ICMS) que é cobrada dos empresários rondonienses atualmente. A Sefin informou que irá enviar um Projeto de Lei para aprovação no Legislativo estadual simplificando a operação para a base simples, em substituição à base dupla para as empresas enquadradas no simples nacional em janeiro de 2025, de acordo com que foi estabelecido em São Paulo. Participaram da reunião o secretário estadual de Finanças, Luís Fernando, o Coordenador da Receita Estadual, Antônio Carlos Alencar, o Gerente de Tributação, Marcelo Passos, o Diretor da Fecomércio-RO, Genésio Teles de Carvalho, o Diretor-Executivo do Sindipetro, Eduardo Valente, o Superintendente da Fiero, Gilberto Baptista, a Diretora do Sindielétrico – Letícia Garcia da Silva, a consultora executiva da Fecomércio Cileide de Macedo, a Presidente da Abrasel-RO – Nádia Ogliari, a Presidente da CDL/PVH – Joana Joanora, o Diretor da Faperon – Elielson Gomes Kriger, os assessores jurídicos Paulo Rogerio (Fecomércio-RO), Domingos Neves (CDL/PVH), Marcelo Estebanez (FACER), Dyego Melo (ACEP).

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