26 de março de 2026

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Petrobras diz que analisa compra da refinaria de Mataripe

A Petrobras afirmou nesta quarta-feira (25) que analisa compra da refinaria de Mataripe entre as oportunidades de investimentos e negócios continuamente em estudo. A declaração veio em esclarecimento ao mercado após declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na semana passada, o petista indicou que a Petrobras poderia recomprar a refinaria na Bahia. Hoje, a refinaria pertence à Acelen, controlada pelo fundo Mubadala Capital dos Emirados Árabes Unidos. O ativo foi vendido durante o governo de Jair Bolsonaro. Segundo a Petrobras, a avaliação sobre o eventual negócio já havia sido informada no passado, no âmbito de estudos para parceria com o Mubadala em downstream (etapas finais de um processo produtivo), o que inclui compra de participação acionária em Mataripe e em projeto de biorrefino. “Não há informações relevantes adicionais a serem divulgadas”, disse a estatal. (Reuters) Autor/Veículo: Folha de São Paulo

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Importadores dizem que risco de falta de diesel em abril diminuiu

A Abicom, associação dos importadores de combustíveis, afirma que o cenário de abastecimento de diesel está mais favorável para abril. Antes, havia risco de falta do produto devido à baixa entrada de navios no país. Segundo o presidente da entidade, Sérgio Araújo, a situação decorre tanto do volume prometido pelas refinarias nacionais (Petrobras e privadas) e seu esforço dessas unidades em operar com taxas de utilização muito elevadas, tanto pela chegada programada de novos navios para a entrega de combustível. — A programação de volume dá mais tranquilidade em relação ao mês de abril. Não há motivo para alarde. De acordo com o Araújo, grande parte do diesel importado vem da Rússia, que tem oferecido descontos. Embora os preços não sejam suficientes para eliminar a defasagem de preços, que chega a 60%. A diferença de valor chega a quase R$ 3. – E acredito que as distribuidoras já testaram o mercado e perceberam que alguns consumidores estão dispostos a pagar um preço acima do praticado pela Petrobras. Quando as distribuidoras veem essa disposição de pagar mais, acabam assumindo o risco e trazendo mais produto. Eles continuam preferindo comprar da Petrobras, mas, na falta, preferem pagar mais caro do que ficar sem produto. A entidade também observa que a demanda está aquecida, tanto por antecipação de compras quanto pelo próprio ritmo da atividade. O início da colheita de soja e de outros grãos, por exemplo, aumenta a procura pelo combustível. Sobre relatos de falta de produto em algumas regiões, a avaliação do presidente da Abicom de que há um conjunto de fatores. No Rio Grande do Sul, por exemplo, houve aumento da demanda provocado por mudanças na previsão da colheita do arroz, o que pegou distribuidoras despreparadas. Também houve corrida aos postos: diante da expectativa de alta de preços, muitos consumidores anteciparam compras, pressionando ainda mais a demanda. Na maior parte dos casos, porém, o problema não é falta de produto, mas dificuldade de negociação. — Ou seja, o problema não é necessariamente escassez. Em muitos casos, o consumidor não quer ou não consegue pagar o preço mais alto. Isso gera reclamações que chegam aos sindicatos, à imprensa e até ao Ministério Público. (Blog por Míriam Leitão) Autor/Veículo: O Globo (Blog)

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Petrobras muda estratégia e oferece combustíveis via cotas extras a distribuidoras

A Petrobras mudou sua estratégia e comunicou à agência reguladora ANP que decidiu ofertar volumes adicionais de diesel e gasolina a distribuidoras para entregas em abril, por meio de cotas extras em contratos tradicionais, afirmaram quatro fontes nesta quarta-feira (25) à Reuters. Anteriormente, a petroleira estava negociando volumes de combustíveis adicionais via leilão, que estavam registrando preços mais altos diante da forte demanda em meio à guerra no Golfo Pérsico que elevou os valores do petróleo. O nervosismo do mercado internacional acabou impactando o Brasil, onde o diesel subiu cerca de 20% nos postos desde o início da guerra, uma vez que parte do mercado opera com o produto importado. A situação se agravou ainda mais depois que a Petrobras cancelou os leilões, em meio a altos preços registrados, o que levou a ANP a afirmar, em relatório publicado na última sexta-feira, que o abastecimento nacional de combustíveis se encontrava sob “situação excepcional de risco”, caracterizada por retração relevante da oferta importada e elevada e disseminada demanda interna. Uma das fontes explicou que a petroleira decidiu permitir que as distribuidoras solicitem volumes extras para abril. “Daí ela entregará esse extra até o limite do volume que ela faria leilão, dividindo proporcionalmente entre os distribuidores”, explicou, na condição de anonimato. Agentes do setor afirmaram que volumes de diesel A (puro) em leilões da Petrobras, antes do cancelamento, chegaram a ser negociados entre R$1,80 e R$2,00 por litro sobre o preço de referência das refinarias da própria companhia. As operações ocorreram enquanto o governo brasileiro busca medidas para atenuar a alta dos preços ao consumidor. A paralisação repentina dos leilões da Petrobras, sem uma explicação, ocorreu no início da semana passada, agravando o cenário de restrição de oferta no Brasil, em meio à escalada de conflitos no Oriente Médio, sobretudo para abril. A decisão da Petrobras ocorre após a ANP ter notificado a petroleira na semana passada para que ofertasse “imediatamente” os volumes de combustíveis referentes aos leilões cancelados. Procurada, a Petrobras não comentou o assunto imediatamente. (Reuters) Autor/Veículo: InfoMoney

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Subsídio à importação de diesel não resolve, defendem analistas

A proposta do governo de subsidiar a importação de diesel pode amenizar os reflexos da guerra a curto prazo, mas cria uma artificialidade sobre os preços da Petrobras, na visão de analistas do setor. Na terça-feira (24), o governo federal apresentou aos Estados uma proposta de reduzir o custo do diesel importado com base na subvenção direta aos importadores. A ideia é subsidiar R$ 1,20 por litro de diesel, sendo R$ 0,60 pela União e a outra metade pelos Estados. O custo total estimado é de R$ 3 bilhões. O benefício terá caráter temporário, com vigência até 31 de maio. O governo solicitou prazo até sexta-feira (27) para que os entes avaliem a adesão ao modelo, quando haverá nova reunião, em São Paulo. Ainda que o valor de R$ 1,20 sobre o diesel importado ajude a igualar o preço da Petrobras ao produto que vem do exterior, o problema da defasagem retornaria quando a medida deixar de vigorar, pois o prazo vai até o fim de maio, na visão de um especialista: “O governo está tentando comprar tempo. Para os importadores em geral, a medida é positiva porque reduz o risco de trazerem um produto que não consigam colocar no mercado, dado que o preço da Petrobras está bem abaixo. Por outro lado, caso a proposta não avance, a Petrobras ainda estará deixando dinheiro na mesa.” Inicialmente, o governo federal arcaria com todo o custo e faria o repasse da subvenção ao importador, permitindo que o benefício seja incorporado ao preço do diesel no momento da venda. Posteriormente, a União recuperaria metade desse valor por meio de abatimentos nas obrigações financeiras que tem junto aos Estados. A medida do governo busca amortecer a disparada de preços do petróleo e dos derivados, como o diesel, por causa da escalada de conflitos no Oriente Médio. Conforme dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o diesel saiu de uma média de R$ 6,12 no país nas bombas no começo de janeiro para R$ 6,89 na semana até 14 de março. Para ler esta notícia, clique aqui. Autor/Veículo: Valor Econômico

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Planalto recebe caminhoneiros em meio à crise do diesel

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, recebe, na manhã desta quarta-feira, representantes dos caminhoneiros no Palácio do Planalto. O encontro ocorre após articulação do governo para evitar uma greve que chegou a ser cogitada nos últimos dias, diante da insatisfação com o pagamento do piso mínimo do frete e da alta recente do diesel. A pressão sobre os caminhoneiros aumentou nas últimas semanas, impulsionada pelo encarecimento do combustível em meio ao cenário internacional adverso. Desde o agravamento do conflito no Oriente Médio, os preços do diesel subiram no país, elevando os custos do transporte de cargas. Para tentar reduzir as tensões, o governo passou a adotar medidas voltadas ao cumprimento da tabela do frete. Na última semana, foram anunciadas ações para intensificar a fiscalização e endurecer as punições contra empresas que descumprirem os valores mínimos estabelecidos. Entre as sanções previstas estão multas mais elevadas e até a suspensão do direito de operar no transporte de cargas em casos de reincidência. Uma medida provisória publicada pelo governo também prevê penalidades progressivas, que podem chegar à proibição da atividade. O governo também avalia ampliar as conversas para outros segmentos ligados à cadeia de combustíveis, na tentativa de construir soluções mais amplas para o setor de transporte. Além disso, novas medidas seguem em análise. Entre elas, estão possíveis mudanças nas regras de descanso obrigatório dos caminhoneiros, apontadas por representantes da categoria como um fator que impacta a produtividade. Autor/Veículo: O Globo

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Diesel: empresas de logística enfrentam dificuldades pontuais de abastecimento

Levantamento da Associação Brasileira de Operadores Logísticos (ABOL) confirma a alta do diesel mostrada pela ANP. Na percepção das empresas, houve a alta média de 19,4% no preço do combustível. Estados como Bahia, Tocantins e Goiás registraram aumentos mais intensos, de até 27,8% enquanto mesmo os menores reajustes, como no Espírito Santo e no Acre, ficaram acima de 13%. A pesquisa foi realizada entre 20 e 23 de março. Apesar de não haver falta generalizada de diesel, há relatos de dificuldades pontuais de abastecimento em estados como São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Diversas empresas do setor relatam dificuldade na renegociação de contratos com clientes/transportadores/parceiros e fornecedores em geral. Enquanto as previsões iniciais de reajuste, por exemplo, giravam entre 3% e 5%, o cenário atual exige negociações na casa dos 10% para manter a viabilidade operacional. Relatos das associadas indicam que postos de combustíveis já estão “regrando” a venda de diesel por receio de falta futura. Segundo a Abicom, associação dos importadores de combustíveis, afirma que o cenário de abastecimento de diesel está mais favorável para abril. Antes, havia risco de falta do produto devido à baixa entrada de navios no país. Segundo o presidente da entidade, Sérgio Araújo, a situação decorre tanto do volume prometido pelas refinarias nacionais (Petrobras e privadas) e seu esforço dessas unidades em operar com taxas de utilização muito elevadas, tanto pela chegada programada de novos navios para a entrega de combustível. Autor/Veículo: O Globo

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Petróleo fecha em alta e volta aos US$ 100 com incertezas sobre guerra

O petróleo fechou em alta de 4% nesta terça-feira (24), se recuperando do tombo de 10% na véspera, em meio à continuação dos ataques entre Israel e Irã, após o país persa negar que possui negociações em andamento com os Estados Unidos. Na segunda-feira, o presidente Donald Trump disse que Washington vem conversando com o Irã para encerrar as hostilidades no Oriente Médio. Teerã, no entanto, nega que haja negociações em andamento. Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para maio fechou em alta de 4,79% (US$ 4,22), a US$ 92,35 o barril. Já o Brent para junho avançou 4,49% (US$ 4,22), a US$ 100,23 o barril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE). O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou ontem a suspensão da ofensiva contra o Irã por cinco dias, alegando avanços diplomáticos, ao mesmo tempo em que planeja enviar 3 mil soldados para apoiar operações no Oriente Médio, segundo a mídia americana. O regime iraniano continua cético acerca das intenções dos EUA, segundo o The Wall Street Journal, e teme que negociações presenciais possam levar a uma tentativa de assassinato de Mohammad Bagher Ghalibaf, o presidente do parlamento do Irã. O líder da Arábia Saudita, príncipe Mohammed bin Salman, tem pressionado Trump a continuar a guerra contra o Irã, de acordo com o The New York Times. Para o analista da Oanda, Elior Manier, ainda permanece a incerteza sobre até que ponto essas conversas seriam profundas e eficazes para levar a um abandono oficial dos programas iranianos de mísseis balísticos e nuclear, sobretudo para os mercados de curto prazo. “A situação deve ficar mais clara ao longo desta semana”, projeta ele. Os investidores continuam preocupados com o fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz, onde o Irã começou a cobrar taxas de trânsito de até US$ 2 milhões para algumas embarcações comerciais, informou a Bloomberg, enquanto o país ainda afirma que o bloqueio vale apenas para embarcações ligadas a aliados dos Estados Unidos. Dois navios-tanque de gás com bandeira da Índia atravessaram a região sem incidentes e devem chegar à costa indiana ainda nesta semana. Com a oferta de petróleo mais apertada, o CEO da Shell, Wael Sawan, disse que a escassez de combustíveis no mundo deve se agravar em abril. Países do sul da Ásia já apresentam problemas com a crise energética e, segundo Sawan, o norte asiático e a Europa são os próximos. *Com informações da Reuters e da Agência Estado Autor/Veículo: CNN

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Abren a associações do agro pedem distinção de origem no mandato do biometano

Um grupo de associações dos setores de energia, agronegócio, proteína animal e bioenergia divulgou nesta terça (24/3) um posicionamento conjunto com críticas à proposta em discussão no Ministério de Minas e Energia (MME) para cumprimento do mandato de adição de biometano ao gás natural. As entidades defendem a diferenciação da origem do biogás na contabilidade de descarbonização do mandato, ao invés da adoção de uma métrica volumétrica. “O biometano, embora reconhecido como vetor estratégico para a transição energética, apresenta potencial de mitigação diretamente dependente da origem da matéria-prima e da eficiência de captura de metano, sendo essencial distinguir entre biodigestão anaeróbia controlada e biogás de aterro sanitário”, explicam as organizações. Segundo o grupo, a equiparação entre biometano de aterro e de biodigestão anaeróbia ignora o maior potencial de descarbonização da biodigestão. “As rotas de biodigestão anaeróbia ocorrem em ambiente fechado, hermético e controlado, com eficiência de captura próxima a 100%, impedindo a formação e liberação de metano para a atmosfera. Trata-se de uma rota de mitigação ativa, com intensidade de carbono líquida negativa”, argumentam. O manifesto é assinado pela Associação Brasileira de Energia de Resíduos (Abren), Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul (Asgav/Sipargs), Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (CEISE Br), Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia para Produção Vegetal (Abisolo). O grupo prede a revisão de uma consulta pública encerrada em novembro de 2025, para definir como será o cumprimento da lei do Combustível do Futuro. Em outubro, o MME apresentou uma proposta de percentual de 0,25% de biometano no gás natural a partir de 2026 para cumprir o mandato de descarbonização. A minuta passou por consulta pública e deve ser votada na próxima reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). A reunião já foi desmarcada quatro vezes desde dezembro. As associações fazem cinco recomendações em relação à política para o biocombustível: “A Lei nº 14.993/2024 estabelece que a meta de descarbonização do gás natural deve ser mensurada em CO₂eq, refletindo reduções reais de emissões. Assim, a conversão volumétrica admitida pelo Decreto nº 12.614/2025 (que regulamenta o Certificado de Garantia de Origem do Biometano – CGOB) tem caráter meramente técnico e não pode alterar o conteúdo material da lei”, diz o manifesto. “A eventual equiparação entre biometano de aterro e de biodigestão anaeróbia, ignorando o maior potencial de descarbonização da biodigestão, representa excesso de poder regulamentar, pois desvirtua a finalidade da lei e transforma um instrumento climático em mera contabilidade de volumes. A mensuração em CO₂eq deve permanecer o parâmetro central para garantir o valor ambiental e jurídico das metas”, completa. Mandato de biometano Em outubro, o MME atendeu ao pedido da indústria consumidora e produtora de gás natural e reduziu para 0,25% a meta de biometano para o primeiro ano do mandato, em 2026. O percentual corresponde ao volume de 238,5 mil m³/dia do gás renovável. Originalmente, a meta estabelecida no decreto que regulamenta o Combustível do Futuro, era de 1%. O setor, porém, teme o aumento de custos. A regulação prevê que o CNPE pode reduzir as obrigações de compra de biometano por produtores e importadores de gás natural, após analisar que o volume de produção de biometano impossibilita ou onera excessivamente o cumprimento da meta, ou por algum motivo de interesse público. Na consulta pública aberta em outubro a pasta também inclui os valores das intensidades de carbono para equiparação de combustíveis: O cumprimento da meta será comprovado por meio dos certificados de origem do biometano (CGOB). Autor/Veículo: Eixos

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Abastecimento de diesel em abril preocupa especialistas

Abril pode ser um mês crítico para o abastecimento de combustíveis no país, especialmente de óleo diesel, na avaliação de especialistas e fontes ligadas à distribuição. A previsão para o mês que vem é de redução nas importações no Brasil, dada a disparada de preços no exterior. Mas o país depende do produto que vem de fora. O volume importado varia entre 25% e 30% da demanda mensal, com o restante complementado pela produção nacional, sendo a maior parte pela Petrobras. Em um momento de forte variação nos preços no mercado externo, a preocupação é que, com a alta do diesel importado e sem aumentos da Petrobras, a compra no exterior não compense. Isso porque, com dominância nos mercados, a estatal está com o diesel 60,8% mais barato que o importado, segundo cálculos da StoneX, ou R$ 2,20 por litro. A gasolina da companhia está 61,2% mais barata, ou R$ 1,54 por litro. Questionada, a Petrobras informou que planeja importações com antecedência de dois a três meses, com ida ao mercado para aquisição e transporte: “Dentro deste processo, a Petrobras tem recebido normalmente as cargas, conforme as orientações de planejamento.” Ainda conforme a Petrobras, os contratos com as distribuidoras têm sido cumpridos sem alteração. As refinarias estão operando em capacidade máxima e com soluções logísticas otimizadas. Segundo Sérgio Araújo, presidente da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom), o monitoramento do mercado tem mostrado menos navios de diesel direcionados ao Brasil neste momento. Normalmente, a Petrobras importa diesel dos Estados Unidos, que leva cerca de 15 dias para chegar ao Brasil. Para ler esta notícia, clique aqui. Autor/Veículo: Valor Econômico

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