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Brasil está entre os principais impulsionadores da expansão da oferta de petróleo, aponta Opep

O Brasil deverá figurar entre os principais responsáveis pela expansão da oferta global de petróleo nos próximos anos, segundo o relatório Perspectivas Mundiais de Petróleo (WOO, na sigla em inglês), divulgado nesta quinta-feira, 18, pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). A entidade aponta o País ao lado de Catar, Argentina e Canadá como um dos motores do crescimento da produção fora da Declaração de Cooperação (DoC), grupo que reúne integrantes da Opep e aliados. De acordo com o relatório, a oferta de líquidos dos produtores fora da DoC deverá crescer cerca de 4,1 milhões de barris por dia (bpd) até 2030, alcançando 58,2 milhões de bpd. A expansão será liderada principalmente por Brasil, Catar, Argentina e Canadá, além de novos produtores africanos. A maior relevância atribuída ao Brasil ocorre em meio a uma revisão da perspectiva para os Estados Unidos. A Opep afirma que reavaliou para baixo o potencial de crescimento da produção americana de petróleo de xisto e agora considera que o segmento pode ter atingido seu pico em 2025. No relatório do ano passado, a expectativa era de continuidade da expansão até 2030. A organização destaca que, enquanto os EUA eram vistos no WOO 2025 como o principal impulsionador do crescimento da oferta fora da DoC no médio prazo, sua contribuição foi reduzida significativamente na edição deste ano. Segundo a Opep, a produção brasileira de líquidos deverá continuar crescendo com o avanço dos projetos do pré-sal. A oferta de petróleo bruto do País é projetada para subir de 3,7 milhões de bpd em 2025 para 4,4 milhões de bpd em 2030, apoiada pela entrada em operação de novas plataformas e pelo desenvolvimento de campos em águas ultraprofundas. A entidade projeta que o Brasil será o segundo maior contribuinte para o aumento da oferta entre os produtores fora da DoC no período entre 2025 e 2050. No horizonte de longo prazo, a produção brasileira de líquidos deverá atingir um pico próximo de 5,8 milhões de bpd no início da década de 2040, antes de recuar moderadamente para 5,6 milhões de bpd em 2050. O relatório também destaca a importância crescente da América Latina para o abastecimento global. Segundo a Opep, a região deverá responder por quase 75% do aumento líquido da oferta entre os produtores fora da DoC até 2050, impulsionada principalmente por Brasil e Argentina. Opep aumenta estimativa de demanda global por petróleo A demanda global por petróleo deverá alcançar 124,1 milhões de barris por dia (bpd) em 2050, ante 105,1 milhões de bpd em 2025, segundo o relatório da Opep. A projeção reforça a avaliação do cartel de que não há um pico de consumo da commodity no horizonte. A nova estimativa é superior à apresentada no relatório do ano passado. Em 2025, a Opep previa que a demanda mundial atingiria 122,9 milhões de bpd em 2050. A projeção para 2030 também foi elevada, de 112,3 milhões para 113,3 milhões de bpd, e o consumo deve continuar avançando nas décadas seguintes, sustentado por mudanças recentes em políticas energéticas, preocupações com segurança energética, crescimento econômico e expansão populacional nos países em desenvolvimento. A Opep afirma que a maior parte do avanço virá das economias não pertencentes à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A demanda desses países deverá aumentar em 26,9 milhões de bpd entre 2025 e 2050, enquanto o consumo nas economias da OCDE tende a recuar no longo prazo, após uma expansão modesta até o fim da década. Segundo o relatório, a Índia será o principal motor do crescimento da demanda global de petróleo nas próximas décadas, com incremento de 8,1 milhões de bpd até 2050. Outros avanços expressivos são esperados em regiões emergentes da Ásia, no Oriente Médio, na África e na América Latina. A Opep também destaca que os derivados ligados ao transporte e à atividade industrial devem liderar a expansão do consumo. A maior alta projetada é a do querosene de aviação e do combustível de jato, cuja demanda deve aumentar em 4,2 milhões de barris por dia (bpd) até 2050. Na sequência, aparecem diesel e gasóleo, com avanço de 3,8 milhões de bpd, além de GLP/etano (3,5 milhões de bpd), nafta (3,2 milhões de bpd) e gasolina (2,4 milhões de bpd). No cenário traçado pela organização, o petróleo seguirá como a principal fonte individual da matriz energética mundial em 2050, respondendo por cerca de 30% da demanda total de energia. A Opep sustenta que o crescimento econômico e demográfico das economias emergentes continuará garantindo a expansão do consumo de petróleo nas próximas décadas. Autor/Veículo: O Estado de São Paulo

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A ANP divulga dados de comercialização recebidos dos distribuidores de combustíveis

A ANP publicou hoje (18/6) dados de comercialização de combustíveis enviados pelos distribuidores autorizados pela Agência no âmbito do Sistema de Transparência na Distribuição (STD). A medida atende ao artigo 20 do Decreto nº 12.930/2026 (alterado pelo Decreto 12.974/2026), que regulamenta o Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis quanto à subvenção econômica à importação de óleo diesel de uso rodoviário e de gás liquefeito de petróleo – GLP, de que trata a Medida Provisória nº 1.349/2026, e quanto ao acréscimo da subvenção econômica de que trata o art. 1º-A da Medida Provisória nº 1.340/2026, e define medidas de transparência no mercado de distribuição de combustíveis líquidos, de combustíveis de aviação e de gás liquefeito de petróleo. Em breve, essas informações serão divulgadas por meio de painel dinâmico disponível no site da ANP. Autor/Veículo: Assessoria de Imprensa da ANP

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Petrobras amplia refino para reduzir dependência do Brasil da importação de diesel a 15%

A Petrobras está ampliando a capacidade do parque de refino para reduzir a atual dependência do Brasil da importação de diesel de 29% para 15%, afirmou a presidente da companhia, Magda Chambriard, nesta quinta-feira. Ao participar de uma aula magna da Universidade de Sorbonne, realizada no Rio de Janeiro, a executiva não detalhou em qual prazo alcançaria essa meta, mas reiterou que posteriormente a empresa buscará a autossuficiência. “Nós temos um parque de refino de cerca de 1,8 milhão de barris ao dia, estamos ampliando essa capacidade de refino para reduzir a importação para ser 15% e não 29%, já temos projetos em carteira para isso, e estamos trabalhando ser autossuficiente em diesel”, disse a executiva, durante sua participação na aula. Em abril, a executiva já havia manifestado que a empresa quer tornar o Brasil autossuficiente em diesel. (Reuters) Autor/Veículo: Brasil 247

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Petróleo fecha misto com foco em Ormuz após acordo entre Estados Unidos e Irã

O petróleo encerrou a sessão desta quinta-feira (18) em direções opostas, com o mercado acompanhando o tráfego de navios pelo Estreito de Ormuz após a assinatura de um acordo entre Estados Unidos e Irã. O contrato do WTI para agosto caiu 0,21%, para US$ 75,85 por barril, enquanto o Brent para o mesmo mês subiu 0,38%, para US$ 79,85 por barril. A commodity operou com volatilidade e recuperou parte das mínimas no fim do pregão. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para agosto recuou US$ 0,16, a US$ 75,85 por barril. Na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, o Brent para o mesmo mês avançou US$ 0,30, a US$ 79,85 por barril. Segundo o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, Teerã não realizou ataques a embarcações no Estreito de Ormuz pela segunda noite consecutiva. Ele afirmou ainda que houve movimentação de cerca de 12,5 milhões de barris de petróleo pela via marítima. Vance também reiterou os planos de viajar para Genebra, na Suíça, para a assinatura do acordo com o Irã. Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural! Do lado iraniano, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghaei, disse que Teerã e Omã chegaram a um acordo sobre os mecanismos de administração do trecho, com responsabilidade compartilhada entre os dois países. Após a assinatura do acordo com os norte-americanos, o regime iraniano também passou a pedir a suspensão das sanções ao seu petróleo. Com a reabertura do estreito ao transporte marítimo, o Kuwait começou a elevar a produção e, segundo a Bloomberg, o volume deve superar 2 milhões de barris por dia dentro de uma semana. Analistas do Bank of America avaliaram, no entanto, que a expectativa de retomada completa dos fluxos de petróleo do Oriente Médio nas próximas semanas desconsidera entraves logísticos que ainda exigiriam meses para solução. De acordo com essa projeção, o mercado de petróleo pode permanecer em déficit até o 4º trimestre de 2026. Nos Estados Unidos, a associação AAA Gas informou que o preço médio nacional da gasolina caiu para US$ 3,999 por galão nesta quinta-feira (18), ficando abaixo de US$ 4 pela primeira vez em semanas. Já na guerra da Ucrânia, Kiev atingiu pela segunda vez em uma semana uma grande refinaria em Moscou e interrompeu voos comerciais nos aeroportos da cidade. A sessão foi marcada por sinais simultâneos de normalização parcial do transporte em Ormuz, aumento de oferta e riscos logísticos ainda não resolvidos. O material fornecido não detalha impactos diretos para produtores rurais, cadeias agropecuárias ou preços de combustíveis no Brasil. (Estadão Conteúdo) Autor/Veículo: Canal Rural

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EPE publica Perspectivas para o Mercado Brasileiro de Combustíveis no curto prazo

As projeções indicam um aumento na demanda nacional por combustíveis líquidos e GLP: são esperados 3,6 bilhões de litros adicionais em 2026 e outros 2,7 bilhões de litros 2027 – um avanço que demonstra o dinamismo da atividade econômica e a vitalidade do mercado interno.​ O crescimento da economia e do mercado de trabalho, políticas de transferência de renda e programas governamentais, com destaque para o Novo PAC e o Gás do Povo, deverão contribuir para o aumento contínuo do consumo de combustíveis nesse período. Esse ambiente é impulsionado por um cenário econômico favorável: o PIB per capita cresce desde 2024. Paralelamente, o País registra níveis recordes de ocupação formal e massa de rendimento real, com redução histórica da taxa de desocupação, diminuição das desigualdades e aumento real do salário-mínimo. Apesar dos efeitos da guerra no Irã na escalada dos preços internacionais, a demanda doméstica não deve ser impactada no curto prazo. Isto se dá, especialmente, em função do conjunto de medidas implantadas pelo Governo Federal de forma a suavizar os impactos econômicos da alta dos preços de petróleo, para óleo diesel, gasolina A, QAV e GLP, e que ratificam a continuidade do crescimento da demanda. Entre tais medidas de estabilização econômica, destacam-se os mecanismos de subvenção ao produtor e ao importador, bem como a redução/isenção dos tributos federais incidentes na cadeia de comercialização dos combustíveis. Esses indicadores, aliados às projeções positivas para a safra de grãos, sustentam um avanço na demanda por diesel, que deve alcançar 73 bilhões de litros em 2026, evidenciando a força do agronegócio, da logística e da indústria nacional. No segmento de combustíveis do ciclo Otto, o consumo segue em trajetória de alta contínua, devendo alcançar 64,7 bilhões de litros em 2026. O etanol mostra-se uma alternativa importante para a segurança energética, sobretudo em um contexto de conflitos internacionais. A perspectiva para a safra de cana 2026/27 de ser superior ao período anterior e o crescimento sólido da produção de etanol de milho fortalecem a oferta de biocombustíveis, garantindo a segurança energética. A demanda por etanol hidratado permanece elevada, ampliando a participação de combustíveis renováveis. O setor aéreo, por sua vez, vive um novo momento de expansão: a demanda por QAV em 2026 deverá superar, pela primeira vez, o recorde histórico de 2014, alcançando patamares superiores a 7,5 bilhões de litros, crescendo de forma sustentável. Já o GLP apresenta perspectiva de crescimento não vista há anos no setor, beneficiado pelo aumento da renda disponível, pelo pleno emprego, pelo programa Gás do Povo, uma iniciativa de incentivo ao acesso à energia limpa para uso doméstico e a ampliação da disponibilidade de renda ao reformar o IRPF para os que ganham até R$ 7.350 e isentando os que ganham até 5 mil reais. Somam-se a isso possibilidades de evolução e ampliação do mercado. ​Clique aqui​ e acesse o conteúdo completo da edição de junho de 2026. Autor/Veículo: EPE

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Com acordo entre EUA e Irã, petróleo fecha em queda de 4,7%, aos US$ 83

O barril do tipo Brent para agosto (referência internacional), commodity que foi o principal guia dos indicadores ao longo dos últimos 100 dias, encerrou a segunda-feira em baixa de 4,76%, cotado a US$ 83,17. O movimento refletiu o acordo para reabrir o Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do fluxo global do óleo. A queda do barril impulsionou uma forte alta dos ativos de maior risco no exterior, movimento que não foi captado no Brasil. Por aqui, o principal índice da Bolsa foi pressionado pelas ações de petrolíferas e do setor financeiro, fechando em baixa de 0,42%, aos 170.415 pontos. Já o câmbio encerrou em ligeira alta de 0,06%, aos R$ 5,06. Ainda que leve, o alívio dos juros futuros não reverteu as projeções futuras adotadas desde a semana passada. Para analistas, o não aproveitamento do bom humor global foi apagado pelo pessimismo local. Além do impacto na previsão da inflação por conta do preço do petróleo beirando os US$ 100 há dois meses, o aumento dos gastos públicos neste ano eleitoral voltou às conversas nas mesas de operações e nos relatórios de grandes instituições financeiras. O Boletim Focus, documento que ouve participantes do mercado financeiro e é realizado pelo Banco Central, mostrou nova rodada de piora das projeções para a inflação e juros neste e nos próximos anos: — É um ambiente que vai melhorar em geral por conta da redução do conflito, acalma. Mas, no caso brasileiro, houve uma piora importante, relacionada à expansão fiscal, com gasto adicional de R$ 215 bilhões — ele diz, afirmando que o aumento dos gastos públicos tendem a “atrapalhar o Banco Central a reduzir os juros”: — O Banco Central tem, então, que abortar grande parte da queda (da Taxa Selic). E isso tudo está sendo realizado à margem do arcabouço fiscal, num momento em que se precisava de moderação dos gastos — disse ele. Na curva de juros, o mercado ainda estimava um terreno restritivo para a Taxa Selic. A taxa de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 caiu a 14,24%, ante 14,36% na última sexta-feira. Para janeiro de 2029, o DI aliviou para 14,33%, de 14,455% na sessão anterior. Para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), na próxima quarta-feira, os operadores previam uma redução de 0,25 ponto percentual, a 14,25%, mas ainda havia dúvidas quanto a magnitude total do ciclo de cortes até o fim do ano. Pesquisa eleitoral divulgada nesta segunda-feira, mostrando perda de competitividade do senador Flávio Bolsonaro (PL) frente a Lula, também reforçou o cenário de cautela para o investidor. A avaliação é de Felipe Tavares, economista-chefe da BGC Liquidez, que também vê com preocupação a pressão criada pelos recentes indicadores macroeconômicos: — A nova pesquisa mostrou adversidades para as chances de um candidato reformista. E estamos num cenário em que é preciso uma correção de rumo. Sem reformas, você caminha para um cenário mais adverso por conta do aumento da relação entre dívida pública e PIB. E, atribui-se que, para haver uma agenda reformista, seria necessário a troca da condução política — ele diz. Ontem, apesar da ligeira desvalorização, o real foi a segunda moeda que mais se desvalorizou frente ao dólar dentre as 31 moedas mais negociadas do mundo, ficando atrás apenas da coroa norueguesa. Em linha com a queda firme do petróleo, as ações preferenciais das petrolíferas encerraram o dia em queda firme, pressionando o Ibovespa: os papéis preferenciais da Petrobras (PN, sem voto) caíram 5,15%, aos R$ 39,06, maior queda diária desde agosto do ano passado. Os papéis ordinários (ON, com voto) desvalorizaram 5,3%, aos R$ 43,74. A empresa perdeu R$ 30 bilhões em valor de mercado. As ações da Prio também fecharam em baixa de 6,91%, aos R$ 57,10. IA drena recursos Apesar do fim do conflito se refletir num aumento do apetite a investimentos de maior risco, o retorno das apostas em inteligência artificial também contribuiu para a redução do investimento internacional nos papéis brasileiros. Desde o pico do ingresso do estrangeiro no segmento de ações brasileiras, em meados de abril, os bolsos internacionais já retiraram, em dois meses, quase R$ 32 bilhões da B3 em dois meses. Para Marcel Andrade, responsável pela área de soluções na SulAmérica Investimentos, as aberturas de capital (IPOs, na sigla em inglês) tendem a drenar recursos que apostaram nas companhias dos mercados emergentes: — Toda aquela dúvida que existia no mercado sobre os resultados das empresas de inteligência artificial ficou para trás. Os balanços mostram que os investimentos estão se pagando. E há esse movimento de euforia dos IPOs, como o da SpaceX, e os que virão, como Anthropic e OpenAI. O fluxo de capitais que tinha deixado os EUA está voltando — ele disse. Em seu segundo dia de negociações, a SpaceX subiu 19,6%, aos US$ 192,50. De acordo com a consultoria Vanda Research, as pessoas físicas compraram só em ações da companhia o mesmo volume que negociaram em todo o mercado americano na semana passada. Em Nova York, as Bolsas registraram alta firme, e o índice Dow Jones alcançou nova máxima histórica. O S&P 500, índice de referência americano, subiu 1,65%, aos 7.554 pontos, enquanto o Nasdaq, de papéis ligados à tecnologia, avançou 3,07%, aos 26.684 pontos: — A volatilidade pode persistir no curto prazo, enquanto os mercados avaliam a implementação e a durabilidade do acordo, mas mantemos nossa visão de que o crescimento resiliente e os lucros corporativos robustos devem continuar impulsionando as ações — afirmou Ulrike Hoffmann-Burchardi, do UBS. Com a queda do petróleo, operadores americanos passaram a atribuir menor probabilidade a uma alta de juros por lá até dezembro. O Federal Reserve (Fed, o BC americano) também se reúne na quarta-feira para decidir os juros, com apostas na manutenção na faixa atual, entre 3,5% e 3,75%, enquanto avalia de que forma o choque nos preços da energia afetará a economia do país. (com Bloomberg News) Autor/Veículo: O Globo

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Petrobras amplia combustíveis sustentáveis e lidera a Transição Energética Justa no Brasil

A Petrobras vem consolidando sua liderança na Transição Energética Justa (TEJ) por meio de investimentos em combustíveis mais sustentáveis, descarbonização de operações, geração renovável e inovação tecnológica. A estratégia concilia segurança energética, desenvolvimento econômico e redução das emissões de gases de efeito estufa, em um cenário de transformação das matrizes energéticas globais. O compromisso está refletido no Plano de Negócios 2026-2030 da companhia, que prevê investimentos de US$ 109 bilhões nos próximos cinco anos, dos quais US$ 13 bilhões serão destinados a iniciativas de baixo carbono. O montante contempla projetos em energias renováveis, bioprodutos, descarbonização das operações e pesquisa, desenvolvimento e inovação, representando 12% dos investimentos previstos para o período. A Petrobras também mantém metas de redução de emissões até 2030, incluindo a diminuição de 30% das emissões operacionais em relação a 2015. A companhia reafirma ainda o compromisso de alcançar a neutralidade das emissões operacionais até 2050. O que é Transição Energética Justa A Transição Energética Justa é o processo de transformação das matrizes energéticas para modelos mais sustentáveis, assegurando que trabalhadores e comunidades sejam parte integral dessa mudança. O conceito prevê que a transição para uma economia de baixo carbono com menos emissões seja inclusiva e equitativa, considerando seus impactos sociais e econômicos. Nesse contexto, a Petrobras destaca que é possível conciliar a transição energética com a exploração responsável de óleo e gás. Atualmente, o petróleo brasileiro possui uma das menores intensidades de carbono do mundo e continua sendo importante para garantir a segurança energética do país e gerar os recursos necessários para financiar novos investimentos em soluções com menos emissões. A companhia vem ampliando investimentos em descarbonização das operações, geração renovável e combustíveis sustentáveis, além de seguir avaliando novas alternativas energéticas.Com Diesel R, Petrobras reduz as emissões para transporte terrestre Entre os principais produtos da estratégia de redução das emissões da Petrobras está o Diesel R, combustível obtido por meio do coprocessamento do diesel tradicional com matérias-primas de origem vegetal ou animal, como óleo de soja. A parcela renovável utilizada no produto é composta por óleo vegetal hidrotratado, conhecido como HVO (Hydrotreated Vegetable Oil). O Diesel R pode ser utilizado sem qualquer alteração nos motores ou na infraestrutura logística existente. A Petrobras destaca que a parcela renovável do combustível reduz em até 90% as emissões de gases de efeito estufa em comparação ao diesel fóssil. Segundo a companhia, cada litro de conteúdo renovável presente no Diesel R evita a emissão aproximada de 2,1 kg equivalentes de CO₂. Além dos benefícios ambientais, o combustível apresenta alta estabilidade, baixo teor de contaminantes e contribui para maior durabilidade dos motores e menor risco de falhas operacionais. A Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária (PR), pioneira na produção do Diesel R, possui certificação internacional ISCC (International Sustainability Carbon & Certification), que atesta a sustentabilidade da cadeia produtiva. O combustível já é utilizado por empresas como Volvo, Vale e Amazon. Em Cubatão (SP), a Petrobras se prepara para construir sua primeira biorrefinaria, onde será produzido o Diesel R100, conhecido como Diesel Verde, composto integralmente por conteúdo renovável. A expansão desse mercado acompanha uma tendência global. A utilização de diesel com parcela renovável é uma das que mais crescem no mundo, ampliando a competitividade do setor e oferecendo novas alternativas para a redução das emissões no transporte rodoviário e logístico. Petrobras produz combustível para redução de emissões na aviação No setor aéreo, a Petrobras desenvolveu o SAF (Sustainable Aviation Fuel), combustível sustentável de aviação produzido na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro. O produto combina querosene de aviação convencional com uma fração renovável obtida a partir de matérias-primas sustentáveis. O SAF Petrobras é quimicamente semelhante ao combustível de aviação convencional e pode ser utilizado sem necessidade de adaptações em aeronaves, sistemas aeroportuários ou infraestrutura de abastecimento. A companhia informa que a parcela renovável possui potencial para reduzir em mais de 80% as emissões de CO₂. Quando produzido com matérias-primas como óleo técnico de milho ou óleo de soja, a redução prevista nas emissões líquidas pode chegar a até 87% na parcela renovável. O combustível recebeu certificação CORSIA, tornando a Petrobras a primeira empresa da América Latina a produzir SAF certificado de acordo com os critérios internacionais de sustentabilidade da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO). As primeiras entregas comerciais do produto totalizaram 3 mil metros cúbicos, volume equivalente a cerca de um dia de consumo dos aeroportos do estado do Rio de Janeiro. O combustível atende integralmente às exigências da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e à norma internacional ASTM D-1655. Sobre o lançamento do produto, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou: “O SAF, produzido por coprocessamento no parque de refino da Petrobras, é uma solução que contribui para o cumprimento das metas de descarbonização do setor aéreo. É um produto competitivo, que atende a rigorosos padrões internacionais da aviação. Estamos oferecendo ao mercado nacional a possibilidade de atender às demandas globais, antecipando o cumprimento do CORSIA, que é um programa internacional para a redução das emissões provenientes dos voos internacionais”. Setor naval conta com combustível mais sustentável produzido pela Petrobras A estratégia de descarbonização da Petrobras também alcança o transporte marítimo. A companhia é a principal produtora e fornecedora nacional de óleo combustível marítimo e oferece ao mercado o Bunker Petrobras B24, produto que possui 24% de conteúdo renovável em sua composição. O combustível é destinado ao abastecimento de embarcações de cabotagem e de longo curso que operam nos principais portos brasileiros. O fornecimento ocorre por meio dos serviços de bunkering (processo de abastecimento de combustível para navios) realizados por barcaças ou sistemas de tubulação. Além do B24, a Petrobras produz o Bunker Petrobras VLSFO (Very Low Sulfur Fuel Oil), desenvolvido para atender às exigências da regulamentação IMO 2020, que limitou o teor de enxofre dos combustíveis marítimos a 0,5% em massa. Os produtos também seguem as especificações internacionais da norma ISO 8217 e as exigências da regulamentação da ANP. Ao ampliar sua atuação em combustíveis mais sustentáveis para os setores rodoviário,

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Trump diz que estreito de Hormuz está aberto, enquanto Irã promete cobrar taxas

No dia seguinte ao anúncio de que haviam chegado a um acordo para encerrar a guerra iniciada em fevereiro, o que abriria caminho para a retomada do comércio marítimo no estreito de Hormuz, Estados Unidos e Irã emitiram mensagens conflitantes sobre o tema nesta segunda-feira (15). O presidente americano Donald Trump afirmou que navios já estão circulando no estreito, rota responsável por uma parcela significativa do transporte mundial de petróleo, que havia sido bloqueado pelo Irã em meio à guerra. “Os navios estão começando a sair do estreito de Hormuz, muitos deles carregados de petróleo”, escreveu Trump na rede social Truth Social. “Eles estão seguindo pela ‘rodovia’ do sul, que é totalmente segura e imaculada. Existem outras rotas de navegação também!!!” O vice-presidente dos Estados Unidos, J. D. Vance, disse que espera que o texto do acordo seja divulgado nesta semana e que não haja cobranças para a reabertura de Hormuz. “Nossa expectativa é que o estreito seja aberto sem cobrança de pedágio a longo prazo”, afirmou à CNBC. “É esse tipo de questão que vamos resolver nessas negociações técnicas.” Já o Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou disse segunda que o acordo prevê que Teerã cobrará taxas de serviços marítimos dos navios que transitarem pela via navegável. “Sempre afirmamos que não pretendemos cobrar pedágios de trânsito, mas serão cobradas taxas por serviços de navegação, proteção ambiental, seguro de navios e outros serviços necessários”, afirmou o porta-voz do ministério, Esmaeil Baqaei, em entrevista a jornalistas. O órgão também disse que o Irã ainda nutre uma “profunda desconfiança” em relação aos Estados Unidos, apesar do acordo. “Infelizmente, é preciso reconhecer que a profunda desconfiança do Irã em relação aos Estados Unidos decorre de uma longa história de atos ilícitos por parte dos líderes americanos”, afirmou Baqaei. O acordo entre Washington e Teerã tem assinatura formal marcada para sexta-feira (19), na Suíça. O fechamento de Hormuz levou o valor do barril do petróleo a saltar de cerca de US$ 72 (R$ 364) antes de 28 de fevereiro, início do conflito, para um pico de US$ 126 (R$ 638) no final de abril. Com o anúncio do acordo, a expectativa de normalização do fluxo energético teve impacto imediato. Os contratos futuros do petróleo Brent caíam cerca de 4% nas primeiras horas de abertura do mercado internacional, enquanto o petróleo americano WTI registrava queda de 4,6%. O presidente francês Emmanuel Macron disse, na tarde desta segunda, durante a abertura do G7 nos Alpes franceses, que França e Reino Unido estão prontos para liderar uma missão militar conjunta de escolta e remoção de minas no estreito de Hormuz, tão logo o acordo de paz entre Washington e Teerã seja confirmado. Macron afirmou que uma eventual cobrança de pedágio pela passagem dos navios não é aceitável. “Não está de acordo com o direito internacional”, disse, acrescentando que a prioridade imediata é ver os navios circulando novamente, mas que a questão do pedágio será discutida na cúpula. (AFP e Reuters) Autor/Veículo: Folha de São Paulo

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Fim da escala 6×1: Câmara deve votar hoje projeto de lei com o mesmo texto da PEC – Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes

A Câmara dos Deputados deve votar nesta hoje o projeto de lei do governo federal que trata do fim da escala 6×1 com o mesmo texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) já aprovado na Casa. O objetivo é destravar a pauta do plenário da Casa, bloqueada desde o último dia 30. O projeto de lei foi enviado pelo governo em regime de urgência constitucional, o que obriga a deliberação dos parlamentares em até 45 dias, com risco de bloquear a pauta de votações. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), chegou a pedir na semana passada a integrantes do Palácio do Planalto que retirassem essa urgência para destravar a pauta, uma vez que a Casa já havia votado a PEC. O pedido, no entanto, não foi atendido. A avaliação de governistas era que eventual recuo do Executivo no tema poderia fazer com que o assunto não ficasse na ordem do dia do Congresso. O Planalto trabalha para que a PEC seja aprovada antes do recesso parlamentar, que inicia oficialmente em 18 de julho, mas ainda há uma indefinição de como o tema será discutido no Senado. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) ainda não despachou o texto da PEC, que foi aprovada em maio na Câmara, à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), primeira etapa da tramitação. Considerada prioritária pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a proposta está parada desde então. Na última quinta-feira, Motta designou o deputado Leo Prates (Republicanos-BA), que foi relator da PEC, para relatar também o projeto de lei. A ideia, dizem aliados, era destravar o plenário da Casa, ao mesmo tempo que serviria de recado ao Executivo. Autonomia da Câmara em xequeUm aliado de primeira hora do presidente da Câmara diz que não há disposição da cúpula da Casa em tensionar com Lula. Mas, ressalta, era importante que Motta se posicionasse para defender a autonomia da Câmara. “Vamos manter o mesmo texto da PEC 6×1, aprovada em 27/5 pela Câmara dos Deputados, agora em análise pelo Senado. Isso demonstra nosso compromisso com a classe trabalhadora e com as prioridades do país. O objetivo é destravar a pauta da Casa para avançarmos em outras matérias de relevância, como o Marco Legal da IA e o aumento do limite de faturamento do MEI”, escreveu Motta em publicação nas redes sociais na semana passada. A expectativa é que Leo Prates replique o texto aprovado pelos deputados na PEC, evitando se debruçar sobre categorias específicas, que seriam regulamentadas em momento posterior. Isso porque é preciso aguardar a votação da PEC no Senado e eventuais modificações na norma que serão feitas pelos senadores antes de tratar das categorias específicas. Prates se reuniu com consultores da Câmara nos últimos dias para fazer um pente-fino na proposta e avaliar eventuais ajustes. Ele deverá apresentar o texto em reunião de líderes nesta terça-feira. Alcolumbre se queixa da pressãoAlcolumbre tem se queixado da pressão que tem sofrido para dar celeridade à discussão da PEC no Senado. O tema é prioritário para o governo Lula, já que é visto como uma possível marca da gestão petista e potencial bandeira a ser explorada no processo eleitoral. Segundo relatos de interlocutores, Alcolumbre quer uma conversa com Lula antes de dar andamento à PEC. As duas autoridades estão afastadas desde que o Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), impondo derrota histórica ao governo federal. O Palácio do Planalto avalia que Alcolumbre foi um dos responsáveis por orquestrar essa derrota.Na semana passada, o parlamentar indicou que se reuniria com líderes do Senado para discutir a tramitação do texto. O encontro, no entanto, não ocorreu. Ainda não há definição se o texto tramitará em mais de uma comissão ou qual será o relator no Senado. Nos bastidores, diversos nomes são apontados como possíveis relatores, entre eles os senadores Camilo Santana (PT-CE), ex-ministro da Educação de Lula, Rodrigo Pacheco (PSB-MG) e Omar Aziz (PSD-AM). Governistas avaliam como remotas as chances de o tema avançar nesta semana no Senado. Isso porque Alcolumbre determinou que as sessões nos próximos dias serão semipresenciais, ou seja, senadores poderão votar à distância, esvaziando o plenário. A tendência é que sejam apreciadas somente propostas de consenso entre os parlamentares. Autor/Veículo: O Globo

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Maioria dos empresários associa eletrificação a competitividade no Brasil

Para 92% dos líderes empresariais brasileiros, a eletrificação tem potencial de tornar suas empresas mais competitivas, mostra pesquisa global encomendada pela E3G, pela We Mean Business Coalition e pela Global Renewables Alliance (GRA). Divulgado nesta segunda (15/6), o relatório Powering Up: Business Perspectives on Electrification (Acelerando a eletrificação: perspectivas empresariais) traz o resultado de entrevistas com 1.994 líderes empresariais de 18 países sobre a visão de setor privado em relação à eletrificação da economia. A eletrificação aparece associada a ganhos em segurança energética e inovação, enquanto os resultados globais apontam expectativa de impacto positivo sobre o crescimento econômico. A pesquisa ouviu executivos de organizações de médio e grande porte, com receita anual de pelo menos US$ 1 milhão. No Brasil, 96% dos entrevistados afirmam acreditar que a eletrificação impulsionará o crescimento dos negócios. A volatilidade dos preços do petróleo e as tensões geopolíticas reforçam a eletrificação renovável como estratégia para reduzir exposição a choques externos. O Brasil já viveu esse cenário na pandemia de Covid-19, quando o aumento dos preços de energia acrescentou R$ 17 bilhões à conta energética do governo, aponta a GRA. De acodro com a pesquisa, os executivos brasileiros reconhecem o risco e 74% afirmam que o país é excessivamente dependente da importação de combustíveis fósseis. Já 86% consideram a eletrificação limpa ainda mais urgente diante das tensões geopolíticas. “O Brasil reúne condições únicas para liderar a eletrificação e a descarbonização da economia, graças à sua matriz elétrica limpa e competitiva, à abundância de recursos renováveis e à capacidade de atrair investimentos em infraestrutura”, comenta Elbia Gannoum, presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) e presidente do Comitê de Mobilização do Setor de Renováveis da GRA. “O desafio agora é transformar essas vantagens comparativas em vantagens competitivas, por meio de políticas públicas e ações concretas que acelerem a eletrificação e a descarbonização da economia, fortaleçam a competitividade do país e impulsionem o desenvolvimento econômico e social”, completa. Infraestrutura e planejamento são prioridades A segurança energética aparece como o principal benefício percebido pelos executivos brasileiros. Quando precisam escolher entre renováveis e combustíveis fósseis, 85% optam pela primeira alternativa. Globalmente, 91% afirmam que a eletrificação melhoraria a segurança energética e 90% esperam que suas operações estejam eletrificadas dentro de uma década. No Brasil, 96% apoiam modernizações da infraestrutura da rede elétrica, 89% defendem a digitalização da rede e 91% acreditam que esses investimentos tornarão a energia mais acessível no longo prazo. Entre os instrumentos mais demandados estão planejamento governamental de longo prazo, redução dos preços da eletricidade e apoio financeiro para aquisição de equipamentos. Para Natalia Oliveira, head de Policy and Advocacy para a América Latina na GRA, esses dados geram maior confiança interna para “o Brasil transformar sua matriz elétrica renovável em uma vantagem competitiva global”. “A eletrificação limpa pode impulsionar a indústria, atrair investimentos, gerar empregos e fortalecer a segurança energética do país”, defende. Por outro lado, o estudo também mostra que as empresas sentem os efeitos das barreiras de mercado e da incerteza regulatória. No Brasil, enquanto 75% apontam as frequentes mudanças nas políticas governamentais como um fator determinante para suas decisões de investimento, 52% dos executivos afirmam que esses obstáculos já levaram suas empresas a adiar ou cancelar projetos de eletrificação. Além disso, 79% enxergam que suas empresas estão avançando na eletrificação em um ritmo superior à capacidade de preparação das instituições e da infraestrutura. Em nível global, 72% acreditam que as políticas públicas precisam acompanhar melhor essa agenda, e 62% consideram transferir suas operações para economias que ofereçam um ambiente mais favorável à eletrificação. Autor/Veículo: Eixos

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