9 de abril de 2026

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Produção de veículos no Brasil dispara em março, diz associação

A indústria brasileira de veículos produziu 264,1 mil unidades em março, salto de 27,6% ante fevereiro e de 35,6% na comparação com o mesmo mês do ano passado, impulsionada em parte por forte crescimento nas vendas, segundo dados divulgados pela Anfavea, associação de montadoras, nesta quarta-feira (8). O resultado ficou acima do esperado para o período, afirmou a entidade, citando ainda “boa reação” das exportações. Segundo a Anfavea, o volume produzido no mês passado foi o mais alto desde outubro de 2019. O volume de veículos despachados a compradores no exterior cresceu 21,1% ante fevereiro, ficando praticamente estável na comparação anual, a 40,4 mil unidades, segundo os dados da entidade. No acumulado do trimestre, a produção cresceu 6%, para 634,7 mil veículos, enquanto a exportação reduziu a queda acumulada para 18,5%, a 99,7 mil unidades. “Março foi um mês excepcional, sem feriados, com bom ritmo de produção e vendas. Ficamos entusiasmados, mas devemos aguardar se esse desempenho se repetirá nos próximos meses, para verificar se não foi um momento isolado de aquecimento pós-férias”, afirmou o presidente da Anfavea, Igor Calvet, que mantém cautela em função de instabilidade geopolítica global. Os licenciamentos de março somaram 269,5 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus, salto de 45,5% na comparação mensal e crescimento de 37,8% na relação anual. No acumulado de janeiro ao final de março os emplacamentos cresceram 13,3% sobre um ano antes, para 625,2 mil unidades. Com isso, o setor encerrou o mês passado com 434,2 mil veículos em estoque, aumento de 10% sobre fevereiro. Do total em estoque, segundo a Anfavea, 257,7 mil são importados, o suficiente para 169 dias de vendas. Autor/Veículo: Folha de S.Paulo

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Conexão Rodovias promove encontro dos principais postos de rodovias do país

Hoje (09) acontece o Conexão Rodovias, um dos principais encontros do setor de combustíveis e transporte rodoviário do país. O evento será realizado no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21 e reunirá empresários, gestores, especialistas e representantes de entidades nacionais para discutir o presente e o futuro dos postos de rodovias no Brasil. Com o tema “Posto forte, estrada viva. Brasil em movimento.”, o Conexão Rodovias nasce com o propósito de fortalecer a integração do setor e ampliar o debate sobre os desafios específicos enfrentados pelos postos localizados em rodovias — que operam com dinâmicas diferentes dos postos dos centros urbanos, exigindo maior estrutura, segurança, logística eficiente e atendimento contínuo a um público em trânsito. O encontro possui representação dentro da Fecombustíveis, consolidando-se como um movimento estratégico de articulação nacional. A proposta é reunir lideranças para discutir soluções práticas, trocar experiências e impulsionar o desenvolvimento do segmento, considerado essencial para a logística e o crescimento econômico do país. A programação contempla painéis e apresentações com especialistas de referência, abordando temas como infraestrutura, eficiência operacional, mercado de combustíveis, biodiesel e inovação no setor. Um dos destaques internacionais é a participação de Max McBrayer, CEO da NATSO (Associação Americana de Postos de Rodovia), que traz ao Brasil uma visão global do segmento. Para Eugenio Foganholo, consultor e curador estratégico do evento, o Conexão Rodovias representa um avanço importante na organização e no fortalecimento do setor: “Os postos de rodovia deixaram de ser apenas pontos de abastecimento. Hoje, eles são hubs de serviços, conveniência e logística. Mas ainda carregam desafios estruturais que precisam ser discutidos em profundidade. O Conexão Rodovias nasce para colocar essas pautas no centro da agenda, conectando o Brasil ao que há de mais avançado no mundo e construindo soluções reais para quem vive a estrada todos os dias.” Além do conteúdo técnico, o evento abre espaço para networking estratégico, promovendo conexões entre empresas, instituições e lideranças, com potencial de geração de novos negócios e parcerias. A expectativa é reunir um público qualificado de todo o Brasil, consolidando o Conexão Rodovias como um ambiente de construção coletiva, alinhamento de estratégias e fortalecimento de um setor essencial para o país. ServiçoData: 9 de abril de 2026Local: Centro de Eventos e Convenções Brasil 21 – Brasília/DF Autor/Veículo: Assessoria de Comunicação da Fecobustíveis e Conexão Rodovias

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Justiça suspende liminares contra o RenovaBio e reduz insegurança jurídica do programa – Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes

Um dos principais programas de descarbonização do governo federal, o RenovaBio teve sua segurança jurídica reforçada neste ano com recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em fevereiro, a Corte decidiu suspender liminares que questionavam dispositivos do programa, o que levou à suspensão de seis decisões judiciais que favoreciam pequenas distribuidoras de combustíveis fósseis contra a iniciativa. A alegação era que a medida acarretava aumentos de custos e feria a isonomia. Amparadas por liminares, algumas empresas deixaram de participar do programa, que estabelece metas anuais de descarbonização para as distribuidoras de combustíveis fósseis, proporcionais ao volume de gasolina e diesel que cada empresa comercializa no mercado. — A decisão do STJ foi importante para pacificar esse questionamento — afirma Paulo Costa, presidente da House of Carbon e um dos criadores da política, operacional desde 2020. Para 2026, a meta anunciada é de 48 milhões de CBios, os certificados que o mercado tem de adquirir para compensar as emissões relacionadas às vendas de combustíveis. O mercado virou o ano passado com cerca de 20 milhões de certificados em estoque, com 70% no produtor ou importador de combustível e o restante nos distribuidores. A média mensal de emissão dos certificados gira em torno de 3,5 milhões de papéis por mês, o que representa quase seis meses de oferta acumulada. Certificado do biogás O excesso pressiona os preços: no início de 2025, cada CBio era negociado por cerca de R$ 75; ao fim do ano passado, havia recuado para a faixa de R$ 35; hoje oscila próximo a R$ 30. Em 2024, os certificados superaram R$ 100. — Há uma sobreoferta importante de CBios que chega a quase seis meses, ou seja, quem precisa comprar já tem um bom estoque de papéis. Isso tende a pressionar para baixo os preços — observa Costa. Outra novidade promete impulsionar a transição energética. Na última semana de março, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) informou uma meta de redução de 0,5% nas emissões a ser cumprida por produtores e importadores de gás natural por meio da compra de biometano (substância idêntica ao gás natural, mas feita a partir de biogás) para mitigar emissões. O percentual é o dobro da proposta original enviada no ano passado. — A meta anunciada significa 480 mil metros cúbicos diários de biometano que terá de ser adquirido pelos agentes neste ano — afirma Fernando Lopes, diretor geral do Instituto Totum, primeiro credenciado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) como Agente Certificador de Origem, tornando-se a primeira entidade autorizada a certificar produtores de biometano para emissão do Certificado de Garantia de Origem do Biometano (CGOB). Para o presidente da Copersucar, Tomás Manzano, “esse é um mercado importante que tem muito potencial.” Na sua avaliação, o certificado separa o atributo físico do ambiental e dá previsibilidade às empresas. A base do CGOB está na Lei do Combustível do Futuro, que determina metas de redução da intensidade de carbono no setor de gás natural, movimentado hoje por grandes petroleiras, como a Petrobras. O país deverá chegar até o fim da década como um dos cinco maiores produtores de petróleo do mundo, segundo dados da consultoria Rystad. Grande parte do óleo extraído no pré-sal é associado a gás natural. Do lado da oferta, as usinas de açúcar e milho têm trabalhado cada vez mais integradas, somando produtos ao seu portfólio. O setor responde pela maior parcela da oferta possível de CGOB: a vinhaça, resíduo da cana, é convertida por bactérias em biogás, insumo do biometano. O setor sucroenergético corresponde pela maior parte do potencial do biogás que pode ser produzido no Brasil. Estudo apresentado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) aponta que o Estado seria capaz de produzir cerca de 6,4 milhões de metros cúbicos por dia de biometano, o equivalente a 32% do consumo de gás natural em São Paulo. Atingido esse potencial, 20 mil novos empregos poderiam ser criados, além de haver outros ganhos, como a substituição de parte do diesel usado no transporte e a redução das emissões de carbono em até 16%. Outro estudo, da Copersucar, destaca que o país vive um ponto de inflexão: a produção de biometano deve mais do que triplicar até 2027, impulsionada por novos investimentos em plantas e políticas de transição energética. Em 2024, dez plantas somavam uma capacidade de produção de 656 mil m3 diários. Até 2027, o Brasil deve contar com 42 novas unidades, elevando a capacidade de produção para 2,3 milhões de m3 por dia. Autor/Veículo: O Globo

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Discussão sobre 6×1 é erro político e exige responsabilidade, diz presidente da CNI

– A discussão sobre o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho das atuais 44 para 40 horas semanais é um erro político por estar ocorrendo em um momento de pressão eleitoral, afirma o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban. A CNI é uma das entidades que assinam um manifesto que será divulgado nesta quinta-feira, 9, com preocupações sobre o impacto da discussão sobre a economia e em defesa de um debate mais amplo. A iniciativa se dá em meio à expectativa de que o governo envie ao Congresso um projeto de lei com urgência constitucional sobre o tema, o que obrigaria Câmara e Senado a se debruçar sobre a matéria em até 45 dias, sob risco de travar a pauta de cada Casa legislativa.Confira os principais trechos da entrevista. Presidente, como é que o sr. vê a discussão sobre fim da escala 6×1 neste ano?É uma discussão meritória, mas tem de ser feita com responsabilidade. O que a gente chama de responsabilidade? É com ponderação, com estudos de impacto efetivos, realistas, com causas e efeitos sendo entendidos. Vivemos num momento muito crítico para a economia brasileira, com uma enxurrada de produtos manufaturados entrando no Brasil, principalmente da China, Estamos vendo uma indústria que perdeu a competitividade. São dados. E tem um outro dado estatístico importante. De fato, a média das horas trabalhadas no Brasil já é menor do que 40 horas. São negociações de livre entendimento entre as partes. Isso é a democracia. E ela acontece quando existem condições. Como é que nós queremos fazer agora uma imposição por lei? Não faz sentido. Se eu falo que a discussão é necessária, então por que todas essas colocações? Porque não vai ser uma discussão responsável em um momento de pressão eleitoral, populista, eleitoreira, sobre nossos deputados e senadores. E nós não queremos jamais colocar essa posição entre ‘nós e eles’. Como que resolve essa questão do ‘nós x eles’?O que nós não queremos é a polarização da política. O que nós não queremos é que esse ‘nós e eles’ que há na política se transforme em ‘empregador e colaborador’. Isso não existe porque, na nossa cabeça, nós nos complementamos. Segundo, é muito fácil você ter pesquisas, a depender da pergunta que você faça. Eu, empregador, se me perguntasse ‘você prefere ser remunerado com menos horas de trabalho ou com mais horas de trabalho?’, alguém ia responder diferente? Mas o preço de sua passagem de ônibus vai subir, o preço de sua cesta básica vai subir, o preço do Minha Casa, Minha Vida vai subir, o preço do seu serviço médico vai subir. Não existe milagre. A empresa tem esses custos adicionais, ela vai repassar isso. Como é que fica a situação fiscal dos municípios, dos Estados e federal, se nós sabemos que um dos maiores itens do orçamento dos poderes públicos é folha de pagamento? Isso também tem impacto. É por isso que essa discussão tem que ser responsável. E nós não queremos também um ‘nós e eles’, trabalhador ou empregador. O Congresso, com opinião pública, com informações não completas. Então não é justo que nós possamos deixar os nossos congressistas numa situação também muito delicada. A CNI já rodou estudos sobre o impacto?Agora vamos fazer muito focado por segmentos, qual é o impacto realmente naquilo que tem a ver com a população de um modo geral. Porque vai ser repassado para os preços. Não é uma posição de ‘nós e eles’, não é uma posição de que nós queremos trabalhar mais. O Brasil não comporta. Quem vai pagar essa conta? Para a indústria, quais foram os impactos que vocês identificaram?Nós temos aqui é um impacto de R$ 76 bilhões no PIB (Produto Interno Bruto). A maior parte diz respeito à indústria. Desses R$ 76 bilhões, R$ 25 bilhões no PIB seria da Indústria, segundo o Serviço. O pequeno e o médio, eles não vão ter mão de obra para repor. As grandes empresas que podem absorver isso vão atrás da mão de obra. De onde é que elas vão tirar a mão de obra? Daqueles menores que têm a melhor mão de obra. Aqueles menores vão pegar a mão de obra de onde? Vão quebrar. E vão repassar o custo deles para onde? O sr. falou que a média hoje já está abaixo de 40 horas, certo? Então muitas pessoas podem ter a dúvida de, se a média já é abaixo de 40 horas, por que está sendo precificado um impacto tão grande?Isso vem a reboque, é a média composta por setores que podem trabalhar, como bancário, 36 horas. Aviário, eu não lembro agora quantos horas, menos de 40 horas. Puxa para baixo. Cadê a discussão? Cadê o consenso? Cadê o equilíbrio? Cadê o compromisso com o nosso Brasil de amanhã? Nosso Brasil de amanhã não é uma eleição O impacto está mais onde? Indústria e Serviços?É, depois comércio. E menos no agro. O agro hoje é muito mecanizado, tem impacto, mas menor. E o que acontece? Se você tem, como eu disse, o setor público, que também representa muito na carga horária do trabalhador. Temos ainda um grande número de funcionários públicos, eles hoje todos trabalham, de modo geral, abaixo de 40 horas. Você hoje sabe que o mercado a 44 horas já trabalha a 40. Vem para 40. Você vai querer ficar nos 40? Funcionário público vai querer? Cadê a conquista que eu tinha? E nós estamos discutindo não só carga horária, como escala também. São duas coisas conflitantes, porque uma conspira contra a outra. Você perde a flexibilidade de adequar a especificidade de cada tipo de trabalho. Entre mudança de escala e redução da jornada, tem alguma que teria impacto maior na avaliação de vocês?O conjunto da ópera é impactante, tá certo? Isso depende de cada setor. São estudos nos quais precisamos nos debruçar, precisam ser criticados e, para tudo isso, de tempo, de conversa, de entendimento, de convergência. Querem votar agora em maio. Cadê a discussão? Cadê

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Justiça suspende imposto de 12% sobre exportação de petróleo

O juiz federal Humberto de Vasconcelos Sampaio, da 1ª Vara Federal do Rio de Janeiro, concedeu liminar que suspende a alíquota de 12% do imposto de exportação de óleo bruto de petróleo e minerais betuminosos. A taxação foi instituída pela Medida Provisória 1.340/2026. A suspensão foi pedida pela TotalEnergies, a hispano-chinesa Repsol Sinopec, a portuguesa Petrogal, a britânica Shell e a norueguesa Equinor. Juntas, elas produziram em fevereiro 791 mil barris de petróleo, o equivalente a 20% da produção nacional. O volume é praticamente todo destinado ao mercado internacional e é maior do que a média de exportações da Petrobras em 2025, que atingiu o recorde de 765 mil barris por dia. A medida interrompe a cobrança do tributo em todas as operações realizadas por essas empresas desde o início da vigência da MP, em 12 de março. O imposto foi criado para sustentar os R$ 10 bilhões que o governo previa gastar com a primeira subvenção sobre o diesel, de R$ 0,32 por litro. O setor calcula que a taxa arrecadará cerca de R$ 30 bilhões. O magistrado reconheceu que a medida do governo tem caráter arrecadatório e não é uma mera alteração de alíquota, como alega a União. Isso estaria claro, segundo a decisão, pela informação de que o imposto será destinado ao atendimento de necessidades fiscais urgentes. Segundo Sampaio, esse dispositivo afasta qualquer interpretação de que o tributo serve à regulação do comércio exterior ou à política cambial. Para o governo, a alíquota zero vigente representava uma política de incentivo e não um direito adquirido. As empresas petrolíferas alegam que a medida as coloca em desvantagem competitiva no mercado internacional. O tributo onera o preço do petróleo exportado e também seria uma violação aos princípios da segurança jurídica, isonomia, livre concorrência e capacidade contributiva. Em sua decisão, o juiz disse ver “plausibilidade jurídica na tese de que a cobrança imediata do imposto de exportação, instituído com finalidade arrecadatória, viola o princípio da anterioridade”. A liminar se justifica, diz, porque “a exigência imediata do tributo pode gerar prejuízos irreversíveis às impetrantes, afetando sua competitividade internacional e sua capacidade financeira”. Em evento no Rio de Janeiro nesta quarta, representantes das empresas autoras do pedido de liminar questionaram o imposto e afirmaram que a instabilidade fiscal pode afetar a decisão de investimentos no Brasil. “A cada três barris de petróleo produzidos no Brasil, dois ficam em carga tributária. Nos Estados Unidos, apenas um. Por isso, falamos tanto da necessidade de não elevarmos a carga tributária”, disse o presidente da Shell no Brasil, Cristiano Pinto da Costa. “O Brasil é reconhecido e tem tradição de respeito aos contratos e isso é importante”, disse Verônica Coelho, da Equinor. “Mas ao longo dos últimos anos a gente tem tido algumas surpresas em mudanças fiscais que fazem esse risco subir e tornam mais difícil a tomada de decisão de novos investimentos. “Também presente ao evento, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, defendeu que o imposto transfere lucros extraordinários das petroleiras com o petróleo caro ao consumidor brasileiro. “Tempos extraordinários exigem medidas extraordinárias”, afirmou. Autor/Veículo: Folha de São Paulo (Painel S.A.)

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Fim da escala 6×1: Lula se reúne com 7 ministros nesta quinta-feira – Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai se reunir com sete ministros na manhã desta quinta-feira, 9, para definir a entrega ao Congresso Nacional, com regime de urgência, do projeto de lei que acaba com a escala de trabalho 6×1. O encontro será às 9h30, no Palácio do Planalto. Os ministros que vão discutir os últimos detalhes do projeto que será enviado ao Congresso são Bruno Moretti (Planejamento e Orçamento), Dario Durigan (Fazenda), Guilherme Boulos (Secretaria-Geral), Luiz Marinho (Trabalho e Emprego), Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria e Comércio), Miriam Belchior (Casa Civil) e Sidônio Palmeira (Comunicação Social). Mais tarde, em cerimônia no Palácio do Planalto, às 15h, Lula vai sancionar três projetos de lei. O primeiro dispõe sobre a monitoração eletrônica de agressores em casos de violência doméstica; outro institui o crime de vicaricídio; e o último cria o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres Indígenas. Autor/Veículo: O Estado de S.Paulo

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