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Reforma Tributária: Governo propõe medidas para garantir que alíquota não ultrapasse 26,5%

O secretário de Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, declarou que a proposta da Câmara dos Deputados para limitar a alíquota padrão do novo sistema tributário a 26,5% pode não ser eficaz. Em entrevista ao GLOBO, ele afirmou que o governo vai sugerir ao Senado ajustes na proposta aprovada na semana passada. A intenção do governo é incluir no texto em discussão os mecanismos que serão usados para reduzir a alíquota e garantir que ela não ultrapasse 26,5%. Entre as medidas propostas estão alterações na cesta básica, exclusão de alguns setores das exceções ou regimes especiais, e a diminuição das isenções de forma linear. Com essa antecipação, governo, Congresso e empresas não precisarão esperar uma nova análise de um texto proposto em 2031. Na versão aprovada pela Câmara, que agora está no Senado, a regra funcionaria como um gatilho: sempre que a alíquota de referência ameaçar ultrapassar 26,5%, medidas de redução de carga tributária seriam ativadas. Essas medidas, contudo, seriam propostas apenas entre 2031 e 2032, através de projeto de lei enviado pelo Executivo, sugerindo a redução de benefícios para setores ou produtos específicos. — Não há garantia de que a trava funcionará, pois dependeria da aprovação do Congresso. Em vez de deixar a obrigação para o Executivo enviar um projeto, poderíamos já definir agora quais mudanças seriam feitas caso houvesse um aumento da alíquota de referência. Isso incluiria revisar regimes específicos de tributação, como combustíveis, serviços financeiros, imóveis, bares e restaurantes — explicou Appy. A regulamentação da Reforma Tributária aborda as regras para a criação do CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), que juntos formarão o IVA (Imposto sobre Valor Agregado). Esse tributo substituirá cinco impostos sobre consumo: PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. Para Appy, a mudança agora proporcionaria mais segurança. — Isso garantiria que a trava funcionará. Essa possibilidade será discutida com o senador Eduardo Braga, relator do projeto no Senado, e com outros senadores. A revisão poderia incluir itens da cesta básica, mas o redutor para zero não pode ser alterado. Colocar esse tema em discussão foi positivo — afirmou. O secretário disse que apresentará novos cálculos sobre o impacto na alíquota padrão do IVA antes da votação no Senado. — O problema é que cada vez que um setor obtém uma alíquota reduzida, a conta é repassada para outros setores que não têm essa redução — ressaltou. Bernard Appy também mencionou que a regulamentação da Reforma Tributária idealmente deve ser aprovada até o final do ano. Isso porque empresas e instituições financeiras, junto com o governo, Banco Central e Comitê Gestor, precisarão desenvolver e implementar o novo sistema de pagamentos e transmissão de impostos, chamado split payment. O modelo terá uma versão inteligente, com cobrança e crédito automático de tributos, e outra simplificada, com uma taxa fixa de tributação e apuração posterior. — Sabemos que é época de eleições municipais, o Congresso opera em ritmo mais lento, mas seria ideal que a aprovação ocorresse até o final do ano, tanto no Senado quanto na Câmara. Isso por razões técnicas, pois será necessário editar o regulamento e montar todo o sistema tecnológico de cobrança do imposto, o que depende de lei complementar. A Reforma precisa entrar em fase de testes em 2026 — explicou. Armas e jogos Appy também comentou que os impostos sobre armas e munições podem ficar mais baratos, já que atualmente, além de PIS/Cofins e ICMS, incidem sobre eles o IPI, que por enquanto não será substituído pelo Imposto Seletivo. — Pessoalmente, sou a favor da inclusão das armas no imposto seletivo, mas o Congresso já se posicionou contra essa ideia duas vezes, na votação da PEC e agora novamente na votação do projeto na Câmara — disse. O secretário estimou que os jogos de azar, caso permaneçam no imposto seletivo, tenham uma alíquota total superior a 40%, considerando a alíquota padrão de 26,5% e a alíquota de 12% estabelecida na lei de regulamentação das apostas, sobre a margem de serviço das empresas. Entre os principais pontos acrescentados pela Câmara na regulamentação estão a inclusão de todos os medicamentos em alíquotas reduzidas, com desconto de 60% ou zeradas; cashback de 100% em contas de energia elétrica, água e esgoto para a população de baixa renda; e a inclusão de carnes, sal, queijos e farinhas na cesta básica de alíquota zero. Outra mudança foi a redução na cobrança de IVA para os planos de saúde dedicados a animais de estimação (Pets), em 30% da alíquota padrão. — Pelo menos, os planos de saúde de humanos e de pets terão um tratamento similar, com os primeiros pagando uma alíquota reduzida em 60% e os veterinários com redutor de 30%. O plano dos pets não será muito mais caro que o dos veterinários. Não é uma grande distorção — afirmou. Os planos de saúde, sejam para humanos ou pets, serão tributados apenas sobre a margem de lucro que recebem entre o valor pago pelos clientes e o montante pago a hospitais e profissionais de saúde. O IVA incidirá no momento de cada compra, com cobrança no destino. Hoje, os impostos recaem sobre os produtos na origem, desde a fabricação até a venda final, o que leva ao acúmulo das taxas ao longo da cadeia produtiva, encarecendo o produto. O valor padrão do IVA ainda será definido e deve ser conhecido apenas um ano antes de cada etapa de transição. A transição entre sistemas começará em 2026, com a cobrança de apenas 1% de IVA, aumentando gradualmente até 2033, quando todos os impostos sobre consumo serão extintos, restando apenas o IVA. O valor total será definido em resolução do Senado Federal, que também determinará a parcela destinada ao CBS e ao IBS. Com informações de O Globo

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Aumento da Petrobras Eleva Preço da Gasolina em 1,16% na Primeira Quinzena de Julho

Os preços da gasolina e do etanol subiram em todas as regiões do Brasil na primeira quinzena de julho, de acordo com o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), divulgado nesta terça-feira, 16. No cenário nacional, a gasolina teve um aumento de 1,16%, atingindo o preço médio de R$ 6,09, enquanto o etanol subiu 2,26%, alcançando R$ 4,08. “Os números refletem o reajuste de 7,11% anunciado pela Petrobras, que entrou em vigor para as distribuidoras no último dia 9. Novos impactos no bolso dos consumidores são esperados ao longo de todo o mês de julho”, comentou Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil. Regionalmente, o maior aumento da gasolina foi registrado nas regiões Sul e Centro-Oeste, com um incremento de 1,3%, resultando em preços médios de R$ 6,04 e R$ 6,09, respectivamente. O Norte apresentou o maior preço médio para a gasolina, de R$ 6,48, enquanto o Sudeste teve o menor, a R$ 5,95. Em termos estaduais, o Acre teve a maior média de preço, a R$ 6,98, enquanto São Paulo registrou o menor valor, a R$ 5,82. O Maranhão registrou o maior aumento percentual, de 2,3%, levando o preço médio a R$ 6,14, enquanto o Amazonas teve a maior redução, de 0,31%, com o combustível custando em média R$ 6,41. Para o etanol, o Centro-Oeste, embora tenha registrado o maior aumento de 2,3%, ainda possui o combustível mais barato, a R$ 3,96. O etanol mais caro foi encontrado no Nordeste, a R$ 4,68, enquanto o menor aumento, de 0,8%, foi observado nas regiões Norte e Nordeste. Entre os estados, Sergipe teve a maior média de preço para o etanol, a R$ 5,10, após um aumento de 0,3%. São Paulo teve o menor preço médio, a R$ 3,85, apesar de um aumento de 2,1%. O maior aumento de preço do etanol foi visto em Rondônia, de 4,8%, chegando a R$ 4,97, enquanto a Bahia teve a maior redução, de 0,4%, resultando em um preço de R$ 4,54. “Comparado à gasolina, o etanol é mais competitivo em 15 estados brasileiros, sendo mais econômico em todas as regiões Centro-Oeste e Sul. Além disso, o etanol é vantajoso do ponto de vista ecológico, emitindo menos poluentes e contribuindo para uma mobilidade de baixo carbono”, explicou Pina. O IPTL é um índice de preços de combustíveis baseado nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log. Com informações de CNN Brasil.

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Aumento da Petrobras Eleva Preço da Gasolina em 1,16% na Primeira Quinzena de Julho

Os preços da gasolina e do etanol subiram em todas as regiões do Brasil na primeira quinzena de julho, de acordo com o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), divulgado nesta terça-feira, 16. No cenário nacional, a gasolina teve um aumento de 1,16%, atingindo o preço médio de R$ 6,09, enquanto o etanol subiu 2,26%, alcançando R$ 4,08. “Os números refletem o reajuste de 7,11% anunciado pela Petrobras, que entrou em vigor para as distribuidoras no último dia 9. Novos impactos no bolso dos consumidores são esperados ao longo de todo o mês de julho”, comentou Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil. Regionalmente, o maior aumento da gasolina foi registrado nas regiões Sul e Centro-Oeste, com um incremento de 1,3%, resultando em preços médios de R$ 6,04 e R$ 6,09, respectivamente. O Norte apresentou o maior preço médio para a gasolina, de R$ 6,48, enquanto o Sudeste teve o menor, a R$ 5,95. Em termos estaduais, o Acre teve a maior média de preço, a R$ 6,98, enquanto São Paulo registrou o menor valor, a R$ 5,82. O Maranhão registrou o maior aumento percentual, de 2,3%, levando o preço médio a R$ 6,14, enquanto o Amazonas teve a maior redução, de 0,31%, com o combustível custando em média R$ 6,41. Para o etanol, o Centro-Oeste, embora tenha registrado o maior aumento de 2,3%, ainda possui o combustível mais barato, a R$ 3,96. O etanol mais caro foi encontrado no Nordeste, a R$ 4,68, enquanto o menor aumento, de 0,8%, foi observado nas regiões Norte e Nordeste. Entre os estados, Sergipe teve a maior média de preço para o etanol, a R$ 5,10, após um aumento de 0,3%. São Paulo teve o menor preço médio, a R$ 3,85, apesar de um aumento de 2,1%. O maior aumento de preço do etanol foi visto em Rondônia, de 4,8%, chegando a R$ 4,97, enquanto a Bahia teve a maior redução, de 0,4%, resultando em um preço de R$ 4,54. “Comparado à gasolina, o etanol é mais competitivo em 15 estados brasileiros, sendo mais econômico em todas as regiões Centro-Oeste e Sul. Além disso, o etanol é vantajoso do ponto de vista ecológico, emitindo menos poluentes e contribuindo para uma mobilidade de baixo carbono”, explicou Pina. O IPTL é um índice de preços de combustíveis baseado nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log. Com informações de CNN Brasil.

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Preço do Etanol Sobe 2,26% e Supera Aumento da Gasolina nos Postos Brasileiros

A primeira quinzena de julho trouxe aumentos nos preços da gasolina e do etanol em todas as regiões do Brasil, conforme revelado pelo Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL). A gasolina teve um incremento de 1,16%, alcançando o valor médio de R$ 6,09, enquanto o etanol subiu 2,26%, chegando a R$ 4,08. O IPTL baseia seus dados nas transações realizadas em 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, consolidando o comportamento dos preços de combustíveis no país. Segundo Douglas Pina, diretor-geral de mobilidade da Edenred Brasil, os dados refletem o reajuste de 7,11% anunciado pela Petrobras (PETR3; PETR4). “Esperamos novos impactos no bolso dos consumidores ao longo de todo o mês de julho”, afirmou Pina. Na terça-feira passada (9), entrou em vigor o reajuste feito pela Petrobras, aumentando em R$ 0,20 o litro da gasolina nas distribuidoras, agora custando R$ 3,01. Este foi o primeiro ajuste realizado pela nova CEO Magda Chambriard, com o último aumento registrado em 16 de agosto de 2023. Aumentos Regionais: Etanol Sobe 4,8% em Rondônia e Gasolina Chega a R$ 6,09 no Centro-Oeste As regiões Sul e Centro-Oeste registraram os maiores aumentos no preço médio da gasolina, subindo 1,3% para R$ 6,04 e R$ 6,09, respectivamente. A região Norte tem a maior média de preço, R$ 6,48, enquanto o Sudeste apresenta a média mais baixa, R$ 5,95. No Centro-Oeste, o etanol se mostrou mais barato, custando R$ 3,96, em contraste com o Nordeste, onde o preço médio foi de R$ 4,68. Em termos estaduais, o Maranhão teve a maior variação no preço da gasolina, com um aumento de 2,3%. Já o etanol teve a maior alta em Rondônia, subindo 4,8%. Pina destaca que, comparado à gasolina, o etanol é mais competitivo em 15 Estados, sendo mais econômico em todos os Estados das regiões Centro-Oeste e Sul. Com informações de Money Times

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Veículos elétricos e híbridos mais eficientes são a melhor opção para frota sustentável a curto prazo, segundo estudo

A combinação da expansão do mercado de veículos elétricos com melhorias na eficiência energética dos motores a combustão pode reduzir as emissões da mobilidade brasileira entre 15% e 17,5% nos próximos quatro anos, de acordo com um estudo recente do ICCT Brasil. A pesquisa, conduzida pelo Instituto Internacional de Transporte Limpo (ICCT), indica que o programa Mover, recém-lançado para incentivar a eficiência e a descarbonização na indústria automotiva, tem grande potencial para aumentar a oferta de veículos elétricos e híbridos no Brasil. Isso é reforçado pelos investimentos anunciados pelas montadoras para a fabricação nacional. Desde o lançamento do programa em dezembro de 2023, as montadoras anunciaram investimentos no Brasil totalizando R$ 130 bilhões, conforme dados do governo federal. No final de junho, quando a lei que institui o Mover foi sancionada, 89 empresas em nove estados já estavam habilitadas para receber os incentivos previstos na política setorial, totalizando R$ 19,3 bilhões em créditos financeiros entre 2024 e 2028. Para se qualificar para esses benefícios, as empresas precisam cumprir critérios de sustentabilidade e inovação. Consequentemente, muitos anúncios das montadoras focam em veículos híbridos e elétricos. “As metas de descarbonização do Mover provavelmente serão atingidas através de uma combinação de melhorias na eficiência energética dos veículos com motores a combustão e a introdução de novas tecnologias. Espera-se um aumento na produção nacional de veículos híbridos (HEVs), híbridos plug-in (PHEVs) e veículos elétricos à bateria (BEVs)”, observa o estudo do ICCT. A pesquisa analisou o potencial de redução de gases de efeito estufa (GEE) em diversos cenários com diferentes combinações de tecnologias veiculares. Concluiu-se que, com o Mover, os veículos elétricos e híbridos serão fundamentais para alcançar as metas do programa, contrastando com o antigo programa Rota 2030, que focava principalmente na eficiência energética. No cenário com maior potencial de redução de emissões (15-17,5%), os BEVs alcançarão uma participação de mercado de 12% em 2027, associado a uma redução das emissões do poço à roda de 9% nos cenários projetados para o período. Essa mitigação é superior à alcançada apenas com melhorias na eficiência energética dos veículos a combustão, que representam 73% das vendas. Os híbridos e híbridos plug-in, com participações de mercado de 9% e 6%, respectivamente, contribuirão para reduções de emissões de 1% e 2%. “Esses resultados estão alinhados com o maior potencial de mitigação dos BEVs no Brasil, que em nossas estimativas emitem de 65% a 67% menos do que veículos a combustão flex ao longo do ciclo de vida”, explica o relatório. Eletrificação de nicho O estudo também aponta o potencial de eletrificação em segmentos específicos, como picapes e veículos compactos, que poderia melhorar a descarbonização da mobilidade individual. Até 2023, picapes compactas e grandes não tinham modelos elétricos com vendas superiores a 100 unidades, e outros segmentos, principalmente veículos menores como compactos e subcompactos, ainda possuem uma oferta limitada de veículos elétricos a bateria. Com informações de EPBR.

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Relatório ABICOM – PPI X Preço Doméstico – 17/07/2024

Premissas: O cálculo do preço de paridade de importação (PPI) utilizou como referência os valores para gasolina, óleo diesel, câmbio, RVO e frete marítimo, com base nos fechamentos do mercado em 16/07/2024. Cenário: Com a estabilidade do câmbio e a leve redução nos preços de referência da gasolina e do óleo diesel no mercado internacional no fechamento do dia anterior, o cenário médio de preços está abaixo da paridade para o óleo diesel e para a gasolina, apresentando uma defasagem média de -9% no óleo diesel e -6% na gasolina. Câmbio: A Ptax fechou na última sessão operando em um patamar elevado, pressionando os preços domésticos dos produtos importados, com fechamento em R$ 5,43/US$. Petróleo: A oferta limitada continua pressionando os preços futuros. Atualmente, os futuros do Brent são negociados acima de US$ 83/bbl. Óleo Diesel A S10 Gasolina A Com informações de ABICOM.

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Relatório da Fecombustíveis Aponta Variação nos Preços do Etanol Anidro e Hidratado

A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) divulgou um relatório atualizado sobre a evolução dos preços do etanol anidro e hidratado no Brasil, com dados fornecidos pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (CEPEA/Esalq). O documento destaca variações nos preços desses combustíveis em diferentes estados durante o período de 10 de junho de 2024 a 12 de julho de 2024. Evolução dos Preços do Etanol Anidro No estado de São Paulo, o preço do etanol anidro apresentou um aumento significativo, passando de R$ 2,908 por litro na semana de 01/07/2024 a 05/07/2024 para R$ 3,081 por litro na semana de 08/07/2024 a 12/07/2024, representando uma variação de 6,0%. Em Goiás, o preço também subiu de R$ 2,717 para R$ 2,797 no mesmo período, uma variação de 2,9%. Comparando os preços de junho de 2024 com junho de 2023, houve uma queda de 10,3% em São Paulo e de 9,4% em Goiás. Evolução dos Preços do Etanol Hidratado Os preços do etanol hidratado também mostraram variações. Em São Paulo, o preço passou de R$ 2,534 por litro na semana de 01/07/2024 a 05/07/2024 para R$ 2,656 por litro na semana de 08/07/2024 a 12/07/2024, um aumento de 4,8%. Em Goiás, o preço aumentou de R$ 2,419 para R$ 2,635, uma variação de 6,8%. Em comparação com junho de 2023, o preço do etanol hidratado em junho de 2024 caiu 6,0% em São Paulo e 4,2% em Goiás. Dados de Alagoas O relatório também apresentou informações sobre os preços do etanol em Alagoas, embora alguns dados não estivessem disponíveis. Considerações Finais A variação nos preços do etanol reflete diversos fatores econômicos e de mercado, e a atualização periódica dos preços é essencial para entender as dinâmicas do setor de combustíveis no Brasil. A Fecombustíveis continua a monitorar e reportar essas mudanças, fornecendo informações valiosas para consumidores e empresas do setor. Fonte: Fecombustíveis com informações do CEPEA/Esalq.

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Relator busca aumentar punições para devedores contumazes

O deputado Danilo Forte (União-CE), relator do projeto de lei que institui uma lista de “nome sujo” para devedores contumazes, deseja fortalecer as sanções criminais contra empresas que adotam a inadimplência como estratégia de negócio. Em entrevista ao Estadão, Forte afirmou: “Se você sonega de forma contumaz, você está roubando a sociedade. Isso é crime, uma forma de corrupção e roubo.” O parlamentar informou que apresentará seu parecer na primeira semana de agosto, após o recesso parlamentar, e discutirá com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para que a proposta seja analisada nos nove dias de esforço concentrado previstos para agosto e setembro. “O relatório está praticamente pronto; falta apenas finalizar algumas questões do ponto de vista penal e fechar o texto com governo e frentes empresariais”, afirmou. Forte acredita que o contexto político e econômico é favorável para a votação do tema. Ele mencionou a preocupação com a trajetória das contas públicas e o desejo do governo de aumentar a arrecadação. Além disso, a reforma tributária trouxe à tona a alta carga tributária do país, exacerbada pela necessidade de cobrir os déficits deixados pela sonegação, e o interesse de prefeitos e governadores, visto que parte dos tributos federais sonegados seria distribuída entre estados e municípios. O texto enviado pelo governo já estabelece que, uma vez inseridos no Cadastro Federal do Devedor Contumaz (CFDC), os controladores das companhias, caso cometam crimes tributários e sejam condenados, não poderão mais extinguir a punição ao pagar o imposto devido, aumentando assim as chances de prisão. O relator agora busca tornar essa previsão mais explícita. Ajustes nos critérios de inclusão Forte também está revisando os pré-requisitos para que uma empresa seja incluída na lista de “nome sujo”, visando atender às demandas do setor empresarial. Entre as mudanças em análise está a necessidade de avaliar o histórico tributário da companhia e de seus controladores, para verificar se a inadimplência é recorrente ou pontual. Além disso, o valor da dívida para inclusão no cadastro, atualmente fixado em R$ 15 milhões, deverá ser ajustado anualmente pela inflação. “O projeto tem o desafio de ser preciso na definição do devedor contumaz e, ao mesmo tempo, dar mecanismos ao Estado para ser mais incisivo contra essas empresas”, afirmou Pablo Cesário, presidente executivo da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca). “Não pode ser uma definição restritiva demais, que não pegue quem precisa, mas também não pode ser abrangente a ponto de incluir empresas que não sejam devedoras contumazes.” Com informações de O Estado de S.Paulo.

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ANP alega ‘déficit de servidores’ e adia divulgação do preço médio dos combustíveis

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou que, devido à falta de servidores, não divulgou os preços médios dos combustíveis (gasolina, etanol, diesel, GLP e GNV) desta semana. Normalmente, esses números são divulgados às sextas-feiras no início da noite, exceto em semanas com feriados. Em comunicado na página do Levantamento de Preços de Combustíveis (LPC), a ANP mencionou “déficit de servidores na ANP e a necessidade de auditoria dos dados da pesquisa” como motivos para a não divulgação dos resultados referentes ao período de 7 a 13 de julho, que agora serão publicados na próxima quarta-feira, dia 17. Além do adiamento, a ANP também informou em seu site que os cortes orçamentários impostos à autarquia afetaram o levantamento, reduzindo o tamanho da amostra em 43%, o que impacta as pesquisas realizadas no mês de julho. Era esperado um aumento significativo nos preços médios da gasolina e do botijão de 13 kg de gás de cozinha (GLP) devido aos reajustes promovidos pela Petrobras nas refinarias. O preço do litro da gasolina subiu 7,11% (R$ 0,20), chegando a R$ 3,01 para os distribuidores. Consultorias especializadas indicam que esse reajuste poderá resultar em um aumento de 2% a 3% no preço cobrado nos postos de gasolina, com o repasse se estendendo também para as semanas seguintes, devido à dinâmica de estoques do varejo. Na semana anterior, até 6 de julho, o preço médio da gasolina comum foi de R$ 5,85. Nesse valor, além dos preços da Petrobras, estão incluídos impostos, o custo do etanol anidro (27,5% da mistura por lei), outros custos e a margem de lucro. Para o GLP, o aumento da Petrobras foi de 9,6% (R$ 3,10), elevando o preço do botijão de 13 kg para R$ 34,70 para os distribuidores. Esse aumento também afeta o consumidor final, que pagou em média R$ 100,85 pelo produto na semana até 30 de junho. Déficit de servidores A falta de servidores na ANP para desempenhar suas funções já foi alvo de um relatório de fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU) em abril deste ano. O tribunal classificou como “grave” a falta de pessoal e alertou o governo federal sobre os impactos dessa escassez no desenvolvimento do mercado de gás natural. De acordo com o TCU, a ANP enfrenta dificuldades para lidar com as atribuições impostas pela Nova Lei do Gás. A própria ANP confirmou essa situação em outras ocasiões, inclusive durante a aprovação do projeto de Lei Combustível do Futuro, que atribui mais funções ao órgão. Dados de 2021 da ANP indicavam um déficit de 353 profissionais no quadro da agência, número que aumentou devido a aposentadorias, falecimentos e exonerações sem reposição desde então. Com informações de O Estado de São Paulo

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Diesel sobe quase quatro vezes mais que a inflação nos postos do Brasil em um ano

Os preços do diesel S10, o combustível mais utilizado no Brasil, subiram quase quatro vezes mais que a inflação nos últimos 12 meses, de acordo com uma pesquisa da ValeCard, empresa especializada em soluções de mobilidade e meios de pagamento. Em junho, o preço médio do diesel S10 atingiu 6,158 reais por litro, representando um aumento de 15,5% em relação ao mesmo mês do ano anterior, conforme o levantamento realizado em mais de 25 mil postos de combustíveis em todo o país. Nesse mesmo período, a inflação medida pelo IPCA foi de 4,23%, segundo a ValeCard. Política de reoneração Para o economista Benito Salomão, professor do Instituto de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal de Uberlândia e participante da pesquisa da ValeCard, a alta nos preços pode ser atribuída à política de reoneração de impostos. “É importante lembrar que em 2021 e 2022, alguns impostos, inclusive os estaduais, foram zerados. Diversas unidades federativas retomaram a cobrança desses impostos para equilibrar suas contas”, explicou Salomão em nota. Apesar do aumento anual, o preço médio do diesel S10 em junho foi 0,37% menor do que o registrado em janeiro deste ano. De janeiro a junho, o IPCA acumulou uma alta de 2,49%. A pequena variação do diesel neste ano ocorreu em um cenário onde a Petrobras, principal fornecedora do combustível no Brasil, manteve os preços estáveis nas refinarias até o momento, conforme destacado pela ValeCard. No entanto, os preços nos postos são influenciados por diversos fatores além da política de preços da Petrobras, incluindo refinarias privadas, importações, misturas de biocombustíveis, margens de distribuição e revenda, e impostos. Outros combustíveis A gasolina teve um preço médio de 6,034 reais por litro em junho, um aumento de 4,10% em comparação a janeiro e de 9,8% em relação a junho do ano passado, conforme a pesquisa da ValeCard. O etanol hidratado, principal concorrente da gasolina, registrou um preço médio de 3,969 reais por litro em junho, representando um aumento de 10,45% em comparação a janeiro e de 4,03% em relação a junho de 2023. Com informações de Infomoney

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