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ANP realizará 2ª sessão de audiência pública sobre tarifas de transporte de gás em 15/10

A ANP publicou hoje (8/10), no Diário Oficial da União, aviso sobre a realização da 2ª Sessão da Audiência Pública nº 5/2025, em 15/10, das 9h às 12h. A 1ª Sessão será realizada hoje, das 14h às 18h. A audiência tem como objetivo receber contribuições da sociedade sobre a minuta de resolução relativa à regulamentação dos critérios para cálculo das tarifas de transporte de gás natural e do procedimento para aprovação de tarifas aplicáveis aos gasodutos de transporte. Devido ao grande número de inscritos para realizarem apresentações na audiência, a Agência decidiu por definir um segundo encontro, para garantir a participação de todos. Permanecerão válidas as inscrições realizadas para a 1ª Sessão da Audiência Pública e serão reabertas as inscrições, que podem ser feitas em 8 e 9 de outubro, no formulário eletrônico disponível na página Consulta e Audiência Públicas nº 5/2025. Autor/Veículo: Assessoria de Imprensa da ANP

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PF diz que caso do metanol pode ter relação com operação contra fraudes em combustíveis

O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, disse nesta quarta-feira (8) que existe a possibilidade de a atual contaminação de bebidas alcoólicas por metanol ter “conexão” com a megaoperação de fraudes no setor de combustíveis, realizada pela PF em setembro. “Há possibilidade de conexão com a operação anterior que fizemos [megaoperação sobre a adulteração de combustíveis], até pelo porto de entrada do metanol ser em Paranaguá. Provavelmente, envolveu alguma organização criminosa”, afirmou o delegado-geral à imprensa na sede do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O diretor-geral da PF apontou ainda que as investigações estão agora em um “momento de cooperação”, especialmente na área pericial, onde há um sistema de nacional de perícias integradas com participação da PF e das polícias científicas dos Estados. No dia 29 de setembro, a corporação abriu um inquérito para investigar intoxicações por metanol ocorridas em São Paulo. A medida foi tomada justamente pela suspeita de ligação dos casos com o crime organizado e com as investigações recentes na área de combustível. Para ler esta notícia, clique aqui. Autor/Veículo: Valor Econômico

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‘BYD será a maior marca de veículos do Brasil até 2030′, diz vice-presidente da empresa

Vice-presidente da BYD do Brasil desde julho de 2024, Alexandre Baldy tem vários motivos para comemorar. Em menos de três anos, a fabricante chinesa de veículos eletrificados vendeu mais de 150 mil unidades no País. Também foi apontada como a marca mais bem avaliada pelos clientes. Além disso, o elétrico Dolphin Mini, seu modelo de entrada no mercado brasileiro, teve menor desvalorização que o Volkswagen Polo. Agora, Baldy celebra a vinda da divisão de luxo Denza e de um supercarro de US$ 2,5 milhões, bem como anuncia o primeiro lote de modelos feitos na fábrica de Camaçari (BA). “A BYD será a maior marca de veículos do Brasil até 2030″, afirma. Como parte da estratégia de expansão, a BYD aposta na ampliação da oferta de produtos de grande volume de vendas, como uma futura picape rival da Fiat Toro. Além disso, a empresa iniciou a aposta em veículos de alto valor agregado, caso da linha Denza. Conforme Baldy, a marca terá concessionárias próprias, inclusive de grupos que não fazem parte da atual rede da BYD. “A Denza foi criada em 2011, fruto de uma parceria entre a BYD e a Mercedes-Benz, com foco em carros de luxo”, diz. Assim, tanto as lojas quanto o padrão de atendimento serão exclusivos, segundo o executivo. “Trouxemos o principal executivo da Porsche no Brasil para construir a nova estrutura”, afirma. Ele se refere a Werner Schaal, que comandou as vendas da marca alemã por oito anos após mais de duas décadas na Mercedes-Benz, onde foi responsável pelas áreas de vendas e marketing. Levar o cupê Z9GT à festa de celebração dos 50 anos da Vogue no Brasil foi a primeira ação capitaneada pelo suíço-brasileiro para promover a Denza. A nova marca também trará o SUV B5. Embora os preços não tenham sido revelados, a expectativa é que fique acima dos R$ 500 mil. BYD trará supercarro de US$ 2,5 milhõesOutra iniciativa que indica o movimento da BYD para se aproximar do público mais abastado será a vinda de um U9 Xtreme, da divisão de esportivos Yangwang. A versão de topo do supercarro com quatro motores elétricos, cuja velocidade máxima beira 500 km/h, terá apenas uma unidade no País. “Em outubro, vamos escolher quem poderá comprar o carro” diz Baldy. Ele não quis falar sobre valores, mas fontes ligadas à empresa dizem que a novidade não sairá por menos de US$ 2,5 milhões. Ou seja, estamos falando de R$ 13,3 milhões, na conversão direta. De acordo com o executivo, a BYD revolucionou o mercado de veículos no Brasil. Ele afirma que em 2022 a empresa vendeu cerca de 200 veículos aqui. Em 2024, foram 77 mil. “Com o lançamento do elétrico Dolphin (em meados de 2023, por R$ 149,8 mil), os preços começaram a cair.” A reação das concorrentes à vinda do hatch foi aplicar bônus de até R$ 100 mil na tabela de seus elétricos — inclusive de outras categorias (confira abaixo). E a BYD continua a todo vapor. “Temos feito apostas importantes”, afirma Baldy. Conforme o executivo, os resultados já podem ser vistos. Ele cita o levantamento feito pela Decoupling, focada em análises de mercado, que apontou a BYD como a marca com os consumidores mais satisfeitos no País. Segundo a empresa, o levantamento feito no primeiro trimestre de 2025 foi baseado na opinião de donos de carros das 12 fabricantes que mais vendem aqui. Além disso, um estudo da Mobiauto revelou que, entre agosto de 2024 e agosto deste ano, a desvalorização do Dolphin Mini foi de 7,8%. Ou seja, bem menor que os 17% do Volkswagen Polo, carro de passeio mais vendido em 2024. Fábrica baiana fará 3 carrosPortanto, isso põe em xeque, ao menos em tese, um dos maiores temores dos donos de elétricos: a incerteza em relação à desvalorização na hora da revenda. “Quem compra quer saber se vai ou não perder dinheiro quando for vender o carro no futuro”, diz Baldy. Segundo ele, o brasileiro não demonstra preconceito contra carros chineses. Porém, o executivo destaca a aposta da BYD na produção nacional no antigo complexo da Ford, em Camaçari, na Bahia, para comprovar seu compromisso de longo prazo no País. “Recentemente, mostramos a planta para jornalistas e autoridades. Apenas nesta primeira fase de implantação, a área construída chega a 270 mil m². Ou seja, quase o total usado pela empresa anterior, que era de 330 mil m²”. “Inicialmente, vamos fazer o (hatch) Dophin Mini, o (SUV) Song Pro e o (sedã) King. O primeiro lote vai ser entregue no próximo dia 9 de outubro.” Vale dizer que por ora o trio será montado com peças vindas da China. Aliás, isso gerou um embate entre a BYD e as marcas que fazem parte da Anfavea, a associação das fabricantes que estão no Brasil há mais tempo. A chinesa pediu ao governo a redução do imposto de importação de kits CKD e SKD da (peças importadas para montagem no país de destino) da China por três anos. Por sua vez, a Anfavea defendia a volta imediata da taxa de importação de 35%. Isso desencadeou a publicação de cartas pelas duas partes. As veteranas se queixavam de um suposto pacote de benefícios do governo aos chineses. A BYD respondeu chamando essas empresas de “dinossauros”. Consolidar marca de luxo é desafioNo fim, o governo federal adotou uma solução para acalmar os ânimos dos dois lados. Ou seja, por um lado criou cotas de importação sem imposto para os kits CKD e SKD. Por outro, reduziu em 18 meses o cronograma de retomada da alíquota de 35%. Seja como for, Baldy afirma que a fase seguinte da expansão da fábrica baiana inclui implementar as áreas de solda e pintura, por exemplo. De acordo com ele, isso deve ser concluído ao longo de 2026. Atualmente, o Brasil é o maior comprador do mundo de veículos fabricados na China. E pode se tornar um hub de produção das marcas chinesas na região. A fábrica da GWM, em Iracemápolis (SP), já está fazendo veículos em

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Importação brasileira de diesel salta em setembro; EUA ganham mercado, diz StoneX

As importações de diesel A (puro) pelo Brasil saltaram em setembro para o maior volume desde dezembro de 2023, com um destaque de compras vindas dos Estados Unidos, que ganharam mercado frente ao produto russo, segundo análise da StoneX nesta terça-feira, 7, e dados oficiais do governo. No total, as compras externas de diesel do Brasil somaram 1,77 bilhão de litros em setembro, alta de 9,4% ante o mesmo mês do ano passado e avanço de 35% em relação a agosto, mostraram os dados. “O resultado reflete, provavelmente, uma recuperação das vendas de diesel B (com mistura de biodiesel), com o início do plantio de soja em meados de setembro em algumas regiões do país influenciando no aumento do escoamento de insumos agrícolas aos campos”, disse o analista de inteligência de mercado da StoneX, Bruno Cordeiro, em nota. O Brasil importa cerca de 20% do diesel que consome. A consultoria destacou que a Rússia, que vinha sendo a principal fornecedora externa de diesel ao Brasil, registrou em setembro a pior participação desde março de 2023, respondendo por 27%, ou 480 milhões de litros, dos volumes totais. A fatia perdida foi, em grande parte, absorvida pelos Estados Unidos, um tradicional fornecedor do Brasil, que respondeu por 45,8% (810 milhões de litros) do total internalizado. A Rússia havia se tornado o maior fornecedor externo de diesel do Brasil, depois do início da guerra com a Ucrânia, uma vez que seus produtos petrolíferos viraram alvos de embargos ocidentais e chegavam ao Brasil com amplos descontos. Entretanto, a oferta de diesel russo ao Brasil entrou em declínio nos últimos meses, depois de uma série de ataques a refinarias daquele país por drones ucranianos, que fez com que o país tomasse medidas para garantir o abastecimento interno, com restrições às exportações. A StoneX ponderou que, apesar do cenário, as tradings brasileiras conseguiram ampliar as compras de outras origens. Importantes produtores do Oriente Médio, como Arábia Saudita e Omã, também registraram um avanço da participação, somando entregas de 349 milhões de litros (19%) ao mercado brasileiro, enquanto a Índia também registrou um volume elevado, ao redor dos 125 milhões de litros (7%). No acumulado de janeiro a setembro, as importações somaram 12,8 bilhões de litros, alta de 14% em relação ao observado no mesmo período de 2024. “A evolução forte das internalizações acaba refletindo tanto um aumento acelerado das vendas de diesel B no Brasil, como também o recuo da produção de diesel A pelas refinarias brasileiras”, disse Cordeiro. Gasolina As importações de gasolina A (pura), entretanto, recuaram 9,7% em setembro ante o mesmo mês do ano passado, a 166 milhões de litros. “Mesmo em um contexto favorável, as importações seguem limitadas devido ao amplo abastecimento interno e desaceleração do crescimento do ciclo Otto”, disse a analista de inteligência de mercado da StoneX, Isabela Garcia, em nota. A especialista destacou que o aumento da demanda por gasolina vem mais alinhado com maior participação sobre o etanol hidratado, seu concorrente direto nas bombas, do que em um movimento geral de aumento da demanda por combustíveis leves. No acumulado de 2025 até setembro, as importações de gasolina somaram 1,8 bilhão de litros, queda de 16,2% versus o mesmo período do ano passado. Garcia pontuou que essa tendência deve se manter no quarto trimestre, mas pode ser atenuada conforme esse período é marcado por uma maior demanda por gasolina C (já misturada com etanol anidro) pelo país. (Reuters) Autor/Veículo: NovaCana

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Alcolumbre promete votar LDO e licenciamento ambiental até a próxima semana

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou até o próximo dia 16, no máximo, irá realizar uma sessão do Congresso Nacional para tratar dos vetos da Lei do Licenciamento Ambiental e da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, ano eleitoral. Após o anúncio, que aconteceu nesta terça-feira (7), o Líder do governo Lula (PT) no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), e a senadora Tereza Cristina (PP-MS), afirmaram que tentarão construir um acordo sobre a nova regra geral do licenciamento. Esta lei foi aprovada pelo Legislativo no final do primeiro semestre, e prevê a simplificação, unificação e flexibilização das normativas ambientais para empreendimentos em todo o Brasil. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aplicou uma série de vetos ao texto e, além disso, apresentou um projeto de lei e uma medida provisória. Na combinação disso, propôs um novo arcabouço legal para o licenciamento. A bancada ruralista, principal força do Congresso, defende o texto original aprovado —que, em linhas gerais, dá mais autonomia a estados e municípios e reduz restrições a realização de empreendimentos. Por outro lado, a ala ambiental, liderada pela ministra Marina Silva, a proposta elaborada pelo Executivo, que mantém o poder da União para ditar diretrizes nacionais nesta área. Com revelou a Folha, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, é um dos maiores interessados na proposta e apadrinhou um dispositivo para acelerar empreendimentos como a exploração de petróleo na Foz do Amazonas, que fica no seu estado, independente do risco ambiental. Já a LDO deveria ter sido aprovada no primeiro semestre, o que não aconteceu, em razão de diversas divergências. O próprio nome para relatar a matéria demorou meses para ser escolhido, e o deputado Carlos Zarattini (PT-SP) foi preterido frente a Gervásio Maia (PSB-PB). Também há divergências com relação a obrigatoriedade de pagamento de emendas parlamentares, o que tem especial importância pelo ano de 2026 ser um ano eleitoral, e além da previsão de dispositivos para contingenciamento e gastos mirando atingir a meta fiscal. (Brasília Hoje) Autor/Veículo: Folha de São Paulo

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Lewandowski cria comitê para metanol e não descarta problema nacional

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, anunciou nesta terça-feira (7) a criação de um comitê de enfrentamento de crise do metanol. “Chegamos à conclusão que seria importante montar um comitê. Informal, onde possa haver troca de informações, de boas práticas e anúncios das providências para avançarmos mais rapidamente na solução do problema”, disse Lewandowski em entrevista coletiva na sede do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em Brasília. O anúncio foi feito por Lewandowski após reunião com secretários da pasta, organizações da indústria de bebidas alcoólicas e associações de combate à falsificação. Segundo o ministro, foram ouvidas as “ponderações” do setor privado e de diversas áreas do governo, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ministério da Indústria, Comércio e Serviços, Ministério da Agricultura e Pecuária, Ministério da Saúde e Receita Federal. Lewandowski classificou a conversa como uma “discussão bastante frutífera”. Segundo o ministro, a Polícia Federal (PF) entrou nas investigações da intoxicação por metanol porque não se descarta a possibilidade de que seja um “problema nacional”. Segundo Lewandowski, por haver a suspeita de envolvimento do crime organizado, é possível que não se trate das “conhecidas facções”, mas de uma organização criminosa que atue especificamente no ramo de adulteração de bebidas. Para ler esta notícia, clique aqui. Autor/Veículo: Valor Econômico

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PF apura se metanol abandonado para combustíveis é usado para adulterar bebidas

A Polícia Federal investiga se metanol abandonado por criminosos após operação policial contra infiltração do crime organizado no setor de combustíveis tem sido usado para adulterar bebidas alcoólicas, informou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, nesta terça-feira (7) em entrevista à imprensa. “Muitos caminhões e muitos tanques de metanol foram abandonados depois desta operação. E esta é uma hipótese que está sendo estudada, trilhada e acalentada pela Polícia Federal”, afirmou o ministro. O ministro disse que a investigação passa em descobrir a origem do metanol – de combustível fóssil ou produtos agrícolas, por exemplo. “Se esta é origem do metanol que está adulterando as bebidas, a atuação repressiva será numa direção. Se esse metanol tiver origem a partir de produtos agrícolas, a repressão terá outros alvos”, acrescentou. Lewandowski não descartou investigação sobre a hipótese de ligação do crime organizado com as falsificações de bebidas alcóolicas, que têm levado a casos de intoxicação por metanol em diversas partes do país. Na semana passada, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, negou que as contaminações por metanol em bebidas alcoólicas tenha relação com o crime organizado. O estado registra o maior número de casos e mortes. Produtos para falsificação O ministro disse ainda que o governo pretende aumentar o controle para sites que vendem rótulos, lacres, tampas e garrafas que servem para falsificação. Segundo ele, a ação deve ser feita pela Secretaria Nacional do Consumidor, Ministério da Agricultura e Receita Federal. Comitê de enfrentamento O ministro Ricardo Lewandowski anunciou hoje criação de comitê, em parceria com a sociedade civil, para enfrentar os problemas das bebidas contaminadas por metanol. A ideia é planejar tanto ações repressivas, contra aqueles que atuaram na adulteração das bebidas, quanto protetivas para o setor de bebidas. O anúncio ocorreu após reunião com representantes do setor de bebidas. De acordo com o ministro, o comitê será informal para troca de informações sobre boas práticas e anúncios das providências tomadas, tanto pelo setor público quanto pelo privado, visando a uma solução rápida para problema. Autor/Veículo: Agência Brasil

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ANP troca comando de área responsável pela regulação do gás natural

A Superintendência de Infraestrutura e Movimentação (SIM) passará a ser comandada por Thiago Neves de Campos, no lugar de Patricia Baran. A decisão foi tomada em circuito deliberativo nesta segunda-feira (6/10) pela diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Neves de Campos está desde agosto de 2024 na assessoria da diretoria 4, que desde setembro está sob o comando de Pietro Mendes. De acordo com o novo modelo de governança da agência, que desvinculou as áreas técnicas das diretorias, os relatores são definidos por sorteio ou distribuídos por prevenção — ou seja, processos derivados têm o mesmo relator do processo original. Assim, a agenda de gás natural está distribuída entre todos os diretores, com especial protagonismo de Symone Araújo, responsável pelas discussões sobre a revisão tarifária das transportadoras. O novo modelo de governança também criou a figura dos diretores de referência, que são responsáveis pelo acompanhamento de determinado conjunto de temas previamente definidos e sorteados anualmente. Assim, até o fim de 2025 a diretoria 4 é a diretoria de referência sobre regulação econômica de gás natural, responsável pelas discussões envolvendo transporte, acesso e comercialização. Thiago Neves de Campos é servidor da agência desde 2005, com passagem por promoção de licitações (leilões de blocos) e defesa da concorrência. Foi superintendente de Participações Governamentais (SPG) entre dezembro de 2019 e setembro de 2022. Outra mudança na SIM foi a substituição do coordenador-geral de Cálculo Tarifário, Juliano Bernarcchi por Marco Antonio Barbosa Fidelis, que exercia a função de coordenador de regulação na Superintendência de Desenvolvimento e Produção (SDP). Os diretores também aprovaram a substituição do superintendente de Governança e Estratégia (SGE), Sergio Alonso Trigo, por Raphael Neves Moura, atual superintendente de Tecnologia e Meio Ambiente (STM). Autor/Veículo: Eixos

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Vibra cria divisão de lubrificantes e nomeia Marcelo Bragança como CEO

A Vibra Energia anunciou uma importante reestruturação em sua diretoria executiva, com a criação de uma nova divisão voltada ao crescimento no segmento de lubrificantes. A informação foi divulgada pelo portal Brazil Stock Guide, que detalhou as mudanças anunciadas pela empresa em 3 de outubro. O atual vice-presidente de operações, Marcelo Fernandes Bragança, foi nomeado como o primeiro CEO da nova unidade de lubrificantes. Ele assume o cargo em 1º de novembro, com um mandato de dois anos. Para substituí-lo na vice-presidência de operações, a Vibra designou Daniel Drumond Campos e Silva, executivo com 16 anos de experiência na companhia e ampla atuação nas áreas de logística, gestão da cadeia de suprimentos e otimização de redes. A reestruturação também envolve Clarissa Della Nina Sadock Accorsi, que deixa o cargo de vice-presidente estatutária da Vibra, mas continuará atuando como CEO da Comerc Energia. Ela passa a ocupar uma função de vice-presidente não estatutária, mantendo a integração entre as duas empresas. Estratégia para o mercado de lubrificantes A criação da nova unidade reforça a importância dos lubrificantes dentro da estratégia de crescimento da Vibra, que vê o segmento como um dos seus cinco eixos de expansão. O mercado brasileiro de lubrificantes registrou crescimento de 6% nas vendas no segundo trimestre de 2025, em comparação com o mesmo período do ano anterior, o que motivou a companhia a ampliar investimentos e fortalecer sua participação também na América Latina. O CEO da Vibra, Ernesto Pousada, destacou a relevância da medida para o futuro da companhia: “Com a nova unidade de lubrificantes, estamos dando um passo importante para acelerar o crescimento e expandir a criação de valor sustentável para clientes, parceiros e acionistas”, afirmou Pousada.Conexão com a transição energéticaA mudança na estrutura ocorre poucos dias após a Vibra reforçar seu papel nos esforços de descarbonização do Brasil. Em 25 de setembro, a Embraer S.A. (NYSE: ERJ, B3: EMBR3) anunciou que intensificará os testes para certificar suas aeronaves para voos movidos inteiramente por combustível sustentável de aviação (SAF), após adquirir o primeiro lote 100% SAF fornecido pela Vibra no país. O fornecimento permitirá à Embraer realizar ensaios em sua sede, em São José dos Campos (SP), um passo estratégico para alcançar a aprovação global para operações com 100% SAF até 2030. Na ocasião, Marcelo Bragança ressaltou a importância da parceria para a transição energética no setor aéreo:“Parcerias como a com a Embraer são vitais para acelerar a transição energética da aviação. Ao viabilizar o acesso ao SAF no Brasil, estamos ajudando a construir um mercado estratégico para a descarbonização”, afirmou o executivo.Expansão com foco em sustentabilidadeCom a criação da nova divisão e o fortalecimento das parcerias estratégicas, a Vibra Energia reafirma seu compromisso com a inovação, sustentabilidade e diversificação de negócios. A empresa aposta em novos produtos e soluções energéticas para atender às demandas de um mercado cada vez mais voltado à redução das emissões de carbono e à eficiência operacional. A nova estrutura organizacional marca mais um passo da Vibra na consolidação de sua posição como líder em energia e combustíveis no Brasil e na América Latina, integrando crescimento econômico com responsabilidade ambiental e social. Autor/Veículo: Brasil 247

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Lula pede a Trump recuo do tarifaço

O presidente Lula (PT) pediu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que retire as tarifas sobre produtos brasileiros, na primeira conversa entre os líderes após a imposição das taxas. Segundo o Planalto, o diálogo por telefone nesta segunda-feira (6/10) teve tom amistoso e durou cerca de 30 minutos. O presidente brasileiro reiterou também o convite ao líder estadunidense para participar da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), que acontece em novembro, em Belém (PA). A previsão é que Trump não envie delegação ao evento, uma vez que anunciou a saída do Acordo de Paris, logo após sua posse, e eliminou o Escritório de Mudança Global do Departamento de Estado. Lula pediu, ainda, que Trump retire as medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras, como a sanção da Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Os líderes combinaram também de realizar uma reunião presencial em breve. O presidente brasileiro sugeriu a cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), que acontece no final de outubro na Malásia, e se dispôs a ir aos EUA. Eles trocaram, ainda, os telefones pessoais. Agora, as negociações sobre o tarifaço e as medidas restritivas vão continuar por meio do secretário de Estado, Marco Rubio, e, do lado brasileiro, do vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), do chanceler Mauro Vieira e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT). “Foi muito boa a conversa. Melhor até do que nós esperávamos”, disse Alckmin a jornalistas. “Nós estamos muito otimistas que vamos avançar para o ganha-ganha, o win-win. O ganha-ganha nessa relação com investimentos recíprocos e equacionamento na questão tarifária”, completou. No começo de agosto, Trump impôs uma sobretaxa de 40% sobre 694 produtos brasileiros. Enquanto petróleo e derivados entraram para a lista de isenções, o etanol seguiu sujeito às taxas. O acesso ao mercado brasileiro de etanol, é, inclusive, um dos principais alvos da investigação dos EUA para apuração sobre práticas que supostamente prejudicam o comércio internacional norte-americano. Na época da abertura do inquérito, o Brasil cobrava 18% de tarifa sobre o etanol importado, enquanto os EUA aplicavam 2,5% sobre o biocombustível brasileiro. Autor/Veículo: Eixos

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