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Com 4,2 bilhões de litros, MS bate recorde na produção de etanol

Segundo dados da Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul (Biosul), MS bateu recorde na produção de etanol com 4,2 bilhões de litros produzidos nesta safra 24/25, sendo o quarto maior do país no quesito. Mesmo com o número histórico, a produção não atingiu a expectativa, que era de 4,5 bilhões de litros, provavelmente devido à grande estiagem que o estado vem enfrentando nos últimos meses. Desse total, o etanol de milho é responsável por 37%, ou seja, 1,55 bilhão de litros. Na safra anterior, MS produziu 3,8 bilhões, ou seja, houve um aumento de 10,53% de uma safra para outra. Ainda, para 25/26, que se inicia em 1º de abril, a expectativa é que o estado atinja 4,7 bilhões de litros, volume 11% maior em relação ao ciclo atual. Acerca do plantio de cana-de-açúcar, a produção caiu de 51 milhões de toneladas para 48,5 milhões, portanto, é esperado que o estado recupere um pouco dessas toneladas perdidas na próxima safra, atingindo cerca de 50,5 milhões, aumento de 3,5% em relação a essa. Com essa queda no plantio da cana, a produção de açúcar também caiu, de 2,2 milhões de toneladas para 1,9 milhões. Também visando uma recuperação neste setor, o estado espera que essa produção aumente em 30%, atingindo 2,6 milhões de toneladas produzidas. “O setor de bioenergia é um dos eixos estruturantes da política de desenvolvimento do Estado. E o Governo definiu como prioritário em investimentos, porque temos competitividade, assim como nas florestas e na proteína animal. Por isso o Governo buscou atrair indústrias de etanol de milho e isso tem garantido um salto na produção de bioenergia de milho de 37% no Estado”, disse Jaime Verruck, secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação. Para ler esta notícia, clique aqui. Com informações de: Correio do Estado

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ANP avaliará na quinta (27) pedido de suspensão na mistura ao óleo diesel

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) avalia na quinta-feira (27) em reunião pública da diretoria, a partir das 14 horas, o pedido de suspensão da obrigatoriedade de adição de biodiesel ao óleo diesel. Dentro do regulador, o processo já passou pela Superintendência de Distribuição e Logística (SDL) e está na relatoria do diretor Fernando Moura. O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom) protocolou neste mês um ofício junto à ANP pedindo a suspensão provisória da adição de 14% de biodiesel no óleo diesel pelo prazo de 90 dias. Houve irritação de produtores de biocombustíveis com o pedido do Sindicom, mas o sindicato tem reforçado publicamente que o objetivo é sanear o mercado e garantir o reforço na fiscalização. A lei que criou a obrigatoriedade de adição já prevê a possibilidade, em casos excepcionais, de uma suspensão temporária na mistura. Fontes do setor privado, ouvidas pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), divergiram sobre a probabilidade de um parecer favorável ao pedido do Sindicom, entre “chance razoável” ou “pouco provável” na interrupção do mandato de 14% em biodiesel – especialmente após o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, deixar claro o seu posicionamento contrário à suspensão. Um grupo de empresas representadas está avaliando um convênio para a doação de equipamentos à ANP destinados à fiscalização em campo sobre a mistura obrigatória de biodiesel no diesel. Em outra frente, como mostrou o Broadcast, o setor apoiará e fará lobby conjunto em defesa do projeto de lei que amplia as penas para os infratores e de outros que fecham o cerco aos devedores recorrentes de impostos, chamados de devedores contumazes. (Estadão Conteúdo) Com informações de: CNN.

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Vibra se torna primeira empresa a disponibilizar combustível sustentável de aviação no Brasil

A Vibra Energia, maior distribuidora de combustíveis do Brasil, tornou-se a primeira companhia a disponibilizar combustível de aviação sustentável (SAF, na sigla em inglês) no país, após importar o biocombustível, informou a companhia em nota à imprensa nesta terça-feira (25). O SAF da Vibra já está disponível em base localizada no aeroporto internacional Tom Jobim (GIG), o Galeão, na cidade do Rio de Janeiro. Ao todo, em janeiro, foram importados pela empresa 23 contêineres tanque com cerca de 550 mil litros de SAF, que embarcaram do porto de Antuérpia, na Bélgica, disse a empresa. Inicialmente, a distribuidora planeja misturar o biocombustível ao combustível de aviação convencional, na proporção de 10% de SAF e 90% de combustível fóssil, reduzindo as emissões de carbono nos voos abastecidos pela Vibra com a mistura. Futuramente, entretanto, poderá elevar a mistura até o limite de 50%, conforme permitido por normas internacionais. Em nota, a companhia afirmou que, por meio da BR Aviation —unidade de negócios da Vibra para serviços de abastecimento de aeronaves—, mantém conversas avançadas com diferentes companhias da aviação comercial e executiva para fornecimento do produto. Com 60% de participação no mercado de aviação, a Vibra afirmou que a importação do produto “demonstra a viabilidade de adoção do SAF na aviação brasileira”. Estudos apontam que atualmente o SAF exige custos de produção mais elevados do que o combustível de aviação convencional, o que traz desafios para o desenvolvimento desse mercado. O SAF é produzido a partir de fontes renováveis e reduz em cerca de 80% as emissões de gases de efeito estufa em comparação ao combustível de aviação convencional, segundo a Vibra. O produto disponibilizado pela Vibra foi produzido a partir de óleo de cozinha usado (UCO –Used Cooking Oil), uma das matérias-primas de menor intensidade de carbono, já que se trata de um resíduo, disse a companhia. “Como líderes, estamos preparados para ampliar a oferta de SAF no mercado brasileiro, utilizando nossa infraestrutura em mais de 90 aeroportos e nossa expertise para entregar soluções seguras e competitivas”, frisou Bragança. A Vibra afirmou que o planejamento e a execução do processo, que envolveu desde a busca pelo fornecedor, importação, certificações, até a mistura do SAF com o combustível de origem fóssil na base da Vibra no Galeão, durou dez meses. Como parte importante da operação, a Vibra destacou que obteve a certificação ISCC (International Sustainability & Carbon Certification) para as bases da empresa em Cubatão (SP) e no Galeão, que permite o rastreio da sustentabilidade de toda a cadeia de fornecimento do produto —da matéria-prima, passando pela produção na biorrefinaria até a distribuição via base do aeroporto carioca. No ano passado, foi sancionada a lei do Combustível do Futuro, que atende a demandas do setor de petróleo e gás e incentiva a produção de combustíveis mais sustentáveis. A assinatura da lei ficou marcada por uma reviravolta curiosa: a cerimônia previa o pouso de um avião da Azul movido a SAF, que seria a demonstração prática do novo mundo aberto pela legislação. No entanto, a Azul não conseguiu SAF para abastecer o avião, que faria a rota doméstica de Campinas a Brasília usando exclusivamente combustível sustentável. (Reuters) com informações de: Folha de São Paulo.

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Importação de diesel pelo Brasil sobe com Petrobras acima da paridade, diz Abicom

As importações de óleo diesel pelo Brasil em março superaram os volumes internalizados no mesmo mês de 2024, com o mercado mais favorável para essas operações, já que a Petrobras vendeu o insumo por vários dias por preços acima da paridade de importação, apontaram cálculos da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom). As compras externas de diesel pelo Brasil já somam mais de 1,3 bilhão de litros neste mês, disse o presidente da Abicom, Sergio Araujo, à Reuters. Em março de 2024, as importações do combustível somaram 1,24 bilhão de litros, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). “Quando os preços do mercado nacional estão mais próximos da paridade de importação, facilita… estimula para que as operações aconteçam”, afirmou Araujo, adicionando que grande parte das compras brasileiras de diesel veio da Rússia. No fechamento de segunda-feira, o preço médio do diesel da Petrobras estava 2% acima da paridade de importação, e desde 5 de março os valores não ficam abaixo da paridade, segundo cálculos da Abicom. Em 17 e 19 de março, o preço da Petrobras chegou a ficar 6% acima da paridade. O cenário ocorre após a Petrobras elevar o preço médio do diesel vendido em suas refinarias em 6% em 1º de fevereiro, depois de ter mantido o valor do combustível estável por mais de um ano. Na ocasião, analistas do mercado pontuaram que o movimento havia colocado os valores da Petrobras em paridade com o preço de importação. Desde que a Petrobras elevou o preço do diesel, contudo, o preço do petróleo Brent caiu cerca de 5%. (Reuters) Com informações de: Notícias Agrícolas.

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Setor de combustíveis e lubrificantes cresce 4,1% em fevereiro ante 2024

Entre os setores do varejo, o de combustíveis e lubrificantes foi o que mais cresceu em fevereiro em relação ao mesmo período do ano passado: uma alta de 4,1%. É a quarta vez consecutiva que o segmento lidera. Ficou à frente de material de construção, cujo avanço foi de 2,5% no comparativo com 2024. Mas ante o mês anterior, o setor de combustíveis e lubrificantes teve queda de 1,9%. Em fevereiro, apenas dois de oito segmentos variaram positivamente em relação a janeiro. Material de construção saltou 0,7%, enquanto o de móveis e eletrodomésticos subiu 0,2%. A maior queda foi de livros, jornais, revistas e papelaria: 5,9%. Na sequência aparecem, hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-2,6%), artigos farmacêuticos (-1,5%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,7%). Já o setor de tecidos, vestuário e calçados ficou estável. Os dados inéditos são do Índice Varejo Stone. Com informações de: O Globo (Blog – Lauro Jardim).

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Especialistas esclarecem quatro dúvidas dos consumidores sobre maior mistura de etanol

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou na segunda-feira, 17, que a pasta vai propor o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina dos atuais 27% para 30%. A proposta será levada ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) ainda este ano. O anúncio foi feito durante a apresentação dos resultados de testes feitos pelo Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), que comprovaram que a mudança não prejudica o desempenho dos veículos. Segundo Silveira, o aumento da parcela de etanol na mistura da gasolina traz várias vantagens, entre elas: Redução de preço de até R$ 0,13 por litro da gasolina, o que também contribuiria para o controle da inflaçãoO Brasil deixaria de importar 760 milhões de litros de gasolina por ano e poderia até vir a exportar o combustívelAumento de 1,5 bilhão de litros por ano na demanda por etanolPara atender a essa demanda, seriam necessários R$ 9 bilhões em investimentos no setor, que resultariam na geração de mais 25 mil empregos diretos e indiretosAumento do uso de combustível renovável geraria uma redução de 1,7 milhão de toneladas nas emissões de gases do efeito estufa por ano, o que equivaleria a retirar 720 mil veículos das ruasMas faz sentido falar em redução de preços quando o etanol anidro nas usinas de São Paulo está saindo a uma média de R$ 3,25 o litro, enquanto a gasolina nas refinarias custa R$ 3 por litro? E por que o Brasil segue importando gasolina até hoje, se é exportador de petróleo, matéria-prima do combustível? A reportagem conversou com especialistas para esclarecer essas e outras dúvidas sobre o plano do governo de aumentar a mistura de etanol na gasolina para 30%. Por que o Brasil adiciona etanol à gasolina?Tudo começou em 1975, quando a ditadura militar criou o Programa Nacional do Álcool (Proálcool), com o objetivo de diminuir a dependência brasileira das importações de petróleo, em meio a uma grave crise no setor, iniciada dois anos antes. Em protesto contra o apoio dos Estados Unidos a Israel durante a Guerra do Yom Kippur, os países árabes reunidos na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) limitaram a produção de petróleo, levando à escassez e a uma explosão no preço da matéria-prima. A partir da criação do Proálcool, desde 1976, o governo tornou obrigatória a mistura de etanol anidro à gasolina, oscilando inicialmente entre 10% e 22%. O percentual da mistura foi sendo elevado gradualmente ao longo dos anos e, desde 2014, a lei prevê um mínimo de 18% e um máximo de 27,5% de etanol anidro na gasolina. Em outubro do ano passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a lei do Combustível do Futuro, que estabeleceu que o governo pode elevar a mistura de etanol à gasolina para até 35%, desde que haja viabilidade técnica para isso. A elevação do percentual dos atuais 27% para 30% é então um primeiro passo nesse sentido. Críticos ao aumento da mistura citam a menor autonomia dos veículos com o uso do etanol, devido ao menor poder calorífico do combustível em relação à gasolina, e afirmam que o etanol compete com a produção de alimentos no campo, reduzindo a oferta e tornando a comida mais cara para os brasileiros – o que é refutado pelos representantes do setor sucroenergético. Com mais etanol, vai cair o preço da gasolina?“Com o E30 [mistura de 30% de etanol anidro à gasolina], o preço da gasolina na bomba vai cair. Isso é redução da inflação”, disse o ministro Alexandre Silveira, na segunda-feira, estimando uma queda de preço de até R$ 0,13 por litro da gasolina com a mudança. Mas, para a analista de combustíveis da consultoria StoneX, Isabela Garcia, o avanço da safra de cana-de-açúcar e seu impacto sobre o preço do etanol devem ser o maior fator na queda de preço dos combustíveis esperada à frente – e não o aumento da mistura. Garcia observa que, atualmente, o etanol anidro está sendo vendido a uma média de R$ 3,2449 por litro nas usinas de São Paulo, segundo o indicador de referência do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq-USP. O valor está acima do preço de referência da gasolina A isenta de etanol, vendida a R$ 3,0308 na Refinaria de Paulínia, em São Paulo. “É porque estamos no momento de entressafra [da cana], mas entendemos que, nos próximos meses, com a nova safra, os preços do etanol anidro devem voltar a ficar em patamares mais baixos, inclusive abaixo da gasolina, o que seria um fator a diminuir os preços naturalmente”, diz Garcia. A analista observa que outro fator relevante na formação do preço da gasolina C – mistura da gasolina A com o etanol anidro – é a incidência de impostos. Isso porque há uma parcela grande de impostos cobrada na gasolina A e uma parcela reduzida para o etanol anidro. “Então uma maior mistura de etanol anidro implica uma incidência menor de imposto”, observa. Mesmo com uma alta esperada para a carga tributária do etanol anidro a partir de maio, de R$ 0,13 para R$ 0,19 por litro, a diferença entre o etanol e a gasolina é tão grande que a carga tributária seguirá sendo menor com o aumento da mistura, diz a analista. Para a gasolina, considerando a incidência de PIS/Pasep, Cofins e Cide, a carga tributária federal sobre a gasolina A chega a R$ 0,89 por litro. “Mas é importante ter cautela quando se fala de diminuição de preços por conta da mistura, porque, novamente, já é uma tendência nos próximos meses a queda do etanol anidro, isso já baratearia a gasolina, independente se tiver aumento da mistura ou não”, destaca a analista. A qualidade da gasolina vai piorar?Segundo o diretor de combustíveis da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Rogério Gonçalves, o grupo de trabalho criado pela entidade para discutir possíveis problemas decorrentes do aumento da parcela de etanol na gasolina levantou algumas preocupações. Para carros flex – aqueles preparados para rodar a gasolina ou etanol hidratado,

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Petróleo sobe com demanda por combustível nos EUA, decisão sobre taxa do Fed limita ganhos

Os preços do petróleo subiram nesta quarta-feira, depois que dados do governo dos Estados Unidos mostraram uma redução nos estoques de combustíveis. Entretanto, a decisão do Federal Reserve de manter as taxas de juros estáveis limitou os ganhos. Os contratos futuros do petróleo Brent subiram 0,31%, a US$70,78 por barril. O petróleo West Texas Intermediate (WTI) nos EUA fechou em alta de 0,39%, a US$67,16. Os estoques de petróleo dos EUA aumentaram em 1,7 milhão de barris na semana passada, para 437 milhões de barris, segundo dados do governo dos EUA, superando o aumento de 512.000 barris esperado pelos analistas. Entretanto, os estoques de refinados, que incluem diesel e óleo para aquecimento, caíram 2,8 milhões de barris na semana passada, para 114,8 milhões de barris, superando em muito as expectativas de uma queda de 300.000 barris. “A AIE mostrou uma retirada líquida, incluindo produtos, o que é incrementalmente otimista”, disse Josh Young, diretor de investimentos da Bison Interests. (Reuters) Autor/Veículo: Terra

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Preços dos combustíveis nas bombas subiram mais que alta do ICMS em fevereiro, diz ValeCard

A nova alíquota do ICMS sobre os combustíveis, que entrou em vigor em fevereiro, resultou em comportamentos distintos nos preços praticados nas bombas, mas sempre com alta, de acordo com levantamento feito pela empresa de meios de pagamentos ValeCard com base em transações realizadas em mais de 25 mil postos. Segundo a empresa, todos os combustíveis apresentaram alta acima do reajuste do imposto, que entrou em vigor a partir de 1º de fevereiro. Clique aqui para continuar a leitura. Com informações de: Valor Econômico.

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