Biometano

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Sindipetro-RO participa de encontros nacionais da Fecombustíveis para fortalecer atuação sindical

O SINDIPETRO-RO participou de três encontros simultâneos promovidos pela Fecombustíveis, reunindo executivos, assessores jurídicos e profissionais de comunicação de entidades sindicais da revenda de combustíveis de diferentes regiões do país. A entidade foi representada pelo presidente Arildo Persegono Filho, no encontro de executivos; pelo assessor jurídico Everton Melo da Rosa; e pelo assessor de comunicação Camilo Estevam. Os participantes foram recebidos pelo presidente da Fecombustíveis, James Thorp Neto, que destacou a importância da integração e da troca de experiências entre as entidades que representam a revenda de combustíveis. Durante a programação, foram compartilhadas experiências e discutidos temas jurídicos, institucionais e de comunicação, além de estratégias para fortalecer a atuação das entidades junto aos revendedores. Para Arildo Persegono Filho, a participação nos encontros contribui para ampliar conhecimentos e trazer novas informações para o trabalho desenvolvido pelo sindicato. “Esses encontros fortalecem a representação sindical e permitem trocar experiências sobre desafios que fazem parte da realidade dos revendedores em todo o país. Voltamos com novos conhecimentos e informações que poderão contribuir com o trabalho desenvolvido pelo SINDIPETRO-RO em defesa dos nossos associados”, afirmou. A participação reforça o compromisso do SINDIPETRO-RO com a integração nacional da categoria e com o aprimoramento das ações de representação e defesa dos revendedores de Rondônia.

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Sindipetro-RO participa da ExpoPostos & Conveniência 2026 e acompanha novidades do setor

O SINDIPETRO-RO participou da ExpoPostos & Conveniência 2026, realizada no São Paulo Expo, em São Paulo, ao lado de revendedores de Rondônia, da Região Norte e de outros estados brasileiros. Promovido pela Fecombustíveis e pela Abieps, o evento reuniu, durante três dias, quase 30 mil participantes do Brasil e de outros países, consolidando-se como um dos principais encontros do setor de combustíveis e conveniência da América Latina. A programação proporcionou momentos de troca de experiências, relacionamento entre empresários e entidades e contato com novas tecnologias, soluções e tendências que estão transformando o mercado. Para o SINDIPETRO-RO, a participação em eventos como a ExpoPostos é uma oportunidade de acompanhar de perto as mudanças do setor, ampliar o diálogo com empresas e entidades e trazer informações relevantes para os revendedores de Rondônia. A presença no evento reforça o compromisso do sindicato com uma representação cada vez mais conectada às transformações e às necessidades da revenda de combustíveis.

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Presidente do Sindipetro-RO participa do XXI ERCON e acompanha debates sobre o futuro do setor de combustíveis na Região Norte

O presidente do Sindipetro-RO, Arildo Persegono Filho, participou do XXI Encontro de Revendedores de Combustíveis do Norte do Brasil (ERCON), realizado na Região Norte, reunindo representantes, empresários e lideranças do setor para discutir os principais desafios e perspectivas da atividade. Durante o encontro, foram debatidos temas relacionados à rotina dos postos, às mudanças regulatórias, à segurança, à inovação e às transformações que vêm impactando a revenda de combustíveis. A participação do Sindipetro-RO reforçou a importância da integração entre os sindicatos e os revendedores da Região Norte, promovendo a troca de experiências e o acompanhamento das pautas que influenciam diretamente o setor. Para Arildo Persegono Filho, a presença de Rondônia em encontros como o ERCON fortalece a representação dos revendedores e amplia o diálogo sobre as necessidades da categoria. A participação em agendas regionais e nacionais faz parte da atuação do Sindipetro-RO na defesa e no fortalecimento da revenda de combustíveis em Rondônia.

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Sindipetro Rondônia participa de agenda institucional em Brasília em defesa da revenda de combustíveis

Representando os revendedores varejistas de combustíveis de Rondônia e de todo o Brasil, o vice-presidente da Fecombustíveis e presidente do Sindipetro Rondônia, Arildo Persegono Filho, participou nesta semana de uma série de reuniões em Brasília ao lado do presidente da Fecombustíveis, James Thorp Neto, e do tesoureiro, Antônio Cardoso Sales. A agenda incluiu encontros com o senador Rogério Marinho, o deputado federal General Girão e o senador Jaime Bagattoli, onde foram debatidos temas de interesse da revenda de combustíveis, além de pautas estratégicas para o fortalecimento do setor. “O diálogo permanente com os representantes do Poder Legislativo é fundamental para defender os interesses da categoria e contribuir para um ambiente de negócios mais seguro, competitivo e sustentável para os revendedores e para a sociedade”, afirmou o presidente do Sindipetro.

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Presidente do Sindipetro-RO participa de reunião com vice-presidente, Geraldo Alckmin

O presidente do Sindipetro-RO e vice-presidente da Fecombustíveis, Arildo Persegono Filho, participou de reunião em Brasília com o vice-presidente Geraldo Alckmin, ao lado da Fecombustíveis, representada por seu presidente, James Thorp Neto, da CNC e de lideranças sindicais de todo o país. O encontro discutiu pautas estratégicas para a revenda de combustíveis, setor com cerca de 45 mil postos no Brasil e essencial para o abastecimento nacional. Entre os principais pontos, foi defendida a criação de um Comitê Permanente de Diálogo com o Governo Federal, visando ampliar a participação da revenda nas decisões que impactam o setor. Também foram abordados temas como ambiente regulatório, tributação, concorrência, segurança jurídica e fortalecimento da atividade dos revendedores. Arildo destacou que a reunião representa um momento histórico para o setor, reforçando a importância do diálogo direto com o Governo Federal para a construção de soluções que tragam mais equilíbrio e previsibilidade à atividade. Para o presidente do Sindipetro-RO, a participação reforça o compromisso de Rondônia com a defesa da categoria. “Esse diálogo direto com o Governo Federal é fundamental para garantir avanços concretos e mais segurança para os revendedores”, afirmou Arildo.

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Sindipetro-RO participa de agenda nacional da CNC com pré-candidatos à Presidência

O presidente do Sindipetro-RO e vice-presidente regional da Fecombustíveis, Arildo Persegono Filho, participou de encontro promovido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) com pré-candidatos à Presidência da República. A agenda reuniu representantes do setor empresarial para ampliar o diálogo sobre temas que impactam diretamente o ambiente de negócios no país. A Fecombustíveis, representada pelo presidente James Thorp Neto e por vice-presidentes regionais, levou ao debate pautas de interesse da revenda de combustíveis, com destaque para segurança jurídica, previsibilidade e fortalecimento da atividade. Também participaram do encontro os pré-candidatos Ronaldo Caiado e Romeu Zema, além do deputado federal Julio Lopes. A participação do Sindipetro-RO reforça a atuação da entidade na representação dos revendedores de Rondônia e o acompanhamento das discussões nacionais que podem impactar o setor de combustíveis. Para o sindicato, estar presente nesses espaços significa contribuir para o diálogo e levar as demandas da revenda aos debates que envolvem o futuro do setor.

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Sindipetro-RO participa de reunião nacional para debater o futuro do setor de combustíveis

Representantes da revenda de combustíveis de diferentes regiões do país se reuniram em Brasília para discutir temas que fazem parte da rotina dos postos e que também impactam consumidores e toda a cadeia de abastecimento. Durante a reunião, foram debatidas pautas relacionadas à fiscalização, às normas do setor, à segurança jurídica e às mudanças que estão no radar dos revendedores. Um dos destaques foi a atuação das entidades para barrar uma medida que permitiria a instalação de tanques de combustíveis sem fiscalização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Para o setor, a fiscalização é importante para garantir padrões de segurança e o cumprimento das regras aplicáveis à atividade. Também estiveram em discussão projetos de lei e propostas que podem trazer mudanças para a revenda, incluindo o aperfeiçoamento da fiscalização, a atualização de normas da ANP, novas exigências relacionadas a informações técnicas nos postos e medidas voltadas à segurança jurídica e ao equilíbrio do setor energético. Outro assunto tratado foi o novo Regulamento Técnico Metrológico (RTM) para bombas de combustíveis. A atualização dos padrões exigirá adequações por parte dos postos, e o setor defende que esse processo aconteça de forma planejada, com prazos adequados e orientação técnica. Para o SINDIPETRO-RO, acompanhar essas discussões é uma forma de manter os revendedores de Rondônia informados sobre mudanças que podem chegar à rotina dos postos. A participação em agendas nacionais também fortalece a representação da categoria nos debates que envolvem o futuro da revenda de combustíveis. Informação, diálogo e representação fazem parte do trabalho de quem acompanha de perto os desafios do setor.

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O papel dos estados no fomento do mercado de biometano

O biometano é um valioso componente nas estratégias de diversos países para a redução das emissões de GEE, conforme se verifica no documento Net Zero by 2050 – A Roadmap for the Global Energy Sector publicado pela Agência Internacional de Energia (IEA) em 2021 e atualizado em 2023. É neste contexto que o mercado de biometano vem se desenvolvendo no Brasil. No âmbito federal o biometano está presente em diversos dispositivos legais como a Nova Lei do Gás (Lei nº 14.134/2021) e seu decreto regulamentador (Decreto nº 10.712/2021) que estabelecem que ele está sujeito a mesma regulamentação do gás natural, dada a equivalência destes produtos. Na sequência, foram publicadas as Resoluções ANP nº 886/2022 e 906/2022 que estabelecem as especificações que o biometano oriundo de aterros sanitários e de estações de tratamento de esgoto e de resíduos orgânicos agrossilvopastoris, respectivamente, devem atender, assegurando assim a sua equivalência ao gás natural. Tais dispositivos viabilizam a movimentação do biometano através das redes de transporte e distribuição e sua utilização pelos consumidores sem qualquer necessidade de modificação de suas instalações. Ademais, outras legislações incentivam o mercado de biometano, como por exemplo a Lei nº 13.576/2017 (RenovaBio) que possibilita a geração de créditos de descarbonização (CBIOs) para a produção de biometano e o Decreto nº 11.003/2022, que institui a Estratégia Federal de Incentivo ao Uso Sustentável de Biogás e Biometano. No âmbito fiscal, se destaca a Portaria Normativa nº 37/GM/MME, que incluiu a produção de biometano no rol de projetos de infraestrutura passíveis de enquadramento no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi). Cabe destacar a aprovação pela Câmara dos Deputados do Projeto de Lei no 528/2020 (PL do Combustível do Futuro), que entre outras providências institui o Programa Nacional de Biometano, contêm diversos incentivos à produção, comercialização e consumo deste energético. Autor/Veículo: EPBR

Caminhão R 410 da Scania é movido a gás natural ou biometano como alternativa ao diesel - Divulgação
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Etanol de 2ª geração, biodiesel e biometano são principais opções a diesel e gasolina

Enquanto a indústria automotiva monta o quebra-cabeça da eletrificação na Europa e nos Estados Unidos, os combustíveis de origem renovável seguem em alta na transição energética à moda brasileira. A Folha ouviu especialistas e empresas que atuam no setor para entender quais alternativas têm menor impacto ambiental quando o assunto envolve motores a combustão no país. As melhores soluções ainda não chegaram aos postos. “Entre os biocombustíveis, podemos dizer que o biometano é o mais eficiente, junto com o E2G [etanol de segunda geração]”, diz Rogério Gonçalves, diretor de combustível da AEA (Associação Brasileira de Engenharia Automotiva). “Em seguida vem o etanol de primeira geração, seguido do HVO [sigla em inglês para óleo vegetal hidrotratado] e do biodiesel, que são bem parecidos em termos de intensidade de carbono”, afirma Gonçalves. As contas consideram as emissões de CO2 (dióxido de carbono) da geração à queima do combustível. É a origem que faz a diferença para o E2G, já que ele resulta do reaproveitamento de resíduos gerados na produção do etanol comum e do açúcar. Antes, essas partes eram descartadas. “Quando comparado ao etanol comum, o E2G apresenta 80% menos de emissões de gases do efeito estufa”, diz Murilo Briganti, COO (diretor de operações) da Bright, consultoria focada no setor automotivo. O executivo elaborou um gráfico que mostra a pegada de carbono dos carros abastecidos com os principais combustíveis usados no Brasil. O cálculo é pelo método que ficou conhecido como “do poço à roda” (da produção até a queima do combustível). Enquanto o diesel de origem fóssil tem o pior desempenho nesse critério, o uso de etanol comum nos carros flex apresenta as menores emissões de CO2, principalmente quando associado a algum tipo de eletrificação. Ou seja, o E2G tende a ser ainda mais eficiente, embora Briganti lembre que ainda não é economicamente viável. “Há necessidade de investimento em pesquisas, com desenvolvimento de rotas tecnológicas que permitam sua produção”, afirma o diretor da Bright. A Raízen é a empresa que mais avançou no fornecimento do etanol de segunda geração, que produz desde 2015 em Piracicaba (interior de São Paulo). A meta é ter 20 plantas dedicadas ao E2G até a safra 2030/2031, um investimento de R$ 24 bilhões. É o ganho de escala que pode trazer a viabilidade, mas, hoje, o preço é elevado. “O E2G é um produto premium, com prêmio médio de 70% sobre o valor do etanol comum, mas já registramos variações de 90% entre os etanóis”, diz Mateus Lopes, diretor de transição energética e investimentos da Raízen. “O foco do produto está em outras aplicações industriais, como na produção de bioplásticos, cosméticos, indústria de bebidas ou biocombustíveis avançados, como o SAF [sigla em inglês para combustível sustentável de aviação].” Lopes afirma que o etanol de segunda geração permite elevar a produtividade em até 50% sem aumentar o tamanho da área plantada. “O Brasil está em posição de destaque na produção do biocombustível, não existem desvantagens significativas na produção de E2G, apenas ganhos e, claro, oportunidades.” Mas é preciso separar as emissões de CO2 da emissão de poluentes. As estimativas da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) mostram que, em geral, a queima do combustível derivado da cana-de-açúcar resulta em menos gases tóxicos quando comparada à da gasolina, mas há maior geração de aldeídos. No site do Ministério do Meio Ambiente, esse composto químico é definido como “resultado da oxidação parcial dos álcoois ou de reações fotoquímicas na atmosfera, envolvendo hidrocarbonetos. São emitidos na queima de combustível em veículos automotores, principalmente nos veículos que utilizam etanol”. Carlos Lacava, gerente de departamento na área de emissões atmosféricas da Cetesb, diz que as emissões tendem a diminuir com a chegada de carros mais eficientes e a renovação da frota. “Mas é um processo lento, porque a renovação de frota é lenta.” A chegada dos carros híbridos flex deve acelerar esse processo nos próximos anos. De acordo com estudo da Bright divulgado neste mês, o mercado de veículos leves deve chegar a 3,28 milhões de unidades vendidas por ano até 2030. Os modelos que combinam gasolina, etanol e eletricidade devem representar 48% desse volume, segundo a consultoria. Em seguida virão os carros apenas a combustão (42%) e, depois, os 100% elétricos (10%). Contudo, a frota circulante ainda será predominantemente formada por automóveis sem qualquer tipo de eletrificação. De acordo com a projeção da consultoria, haverá 56 milhões de carros leves rodando no Brasil em 2030. Desses, 88,2% serão somente a combustão, 9,8% terão motorização híbrida e 1,9% serão 100% elétricos. Neste cenário, a disponibilidade de combustíveis renováveis mais eficientes será fundamental –principalmente para substituir o diesel de origem fóssil. “O Biodiesel é biodegradável, diferentemente do diesel fóssil, altamente poluente ao meio ambiente”, diz Murilo Briganti, da Bright. “O balanço de emissões de carbono entre a produção de biodiesel e a sua queima é próximo de zero.” Segundo o executivo, além de reduzir as emissões de carbono, a queima do combustível renovável não emite grande parte dos poluentes presentes no diesel de origem fóssil. Em seu site, a ANP (Agência nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) explica que o biodiesel é obtido a partir de um processo químico denominado transesterificação. “Por meio desse processo, os triglicerídeos presentes nos óleos e na gordura animal reagem com um álcool primário, metanol ou etanol, gerando dois produtos: o éster e a glicerina. O primeiro somente pode ser comercializado como biodiesel, após passar por processos de purificação para adequação à especificação da qualidade”, diz a publicação na página da agência. Não há, contudo, a venda de biodiesel puro nos postos. Esse composto é adicionado ao diesel de forma obrigatória desde 2008. Na época, o teor era de 2%, com aumento gradativo. Na semana passada, o projeto de lei sobre biocombustíveis foi aprovado na Câmara dos Deputados. Um dos pontos prevê o crescimento gradual do percentual de biodiesel no combustível –atualmente fixado em 14%. Há, contudo, questões relacionadas à manutenção dos veículos leves e pesados. Carlos Lacava, da Cetesb, explica que o biodiesel,

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